sexta-feira, 2 de setembro de 2011

intervalos

 


 


A indisciplina dos alunos aumentava e os "especialistas" estavam desorientados. Os recreios tornavam-se infernais apesar dos números das matrículas de alunos baixarem acentuadamente. A solução inspirou-se no capítulo III do manual "especialista instantâneo em educação": reduza-se o tempo dos intervalos à sua expressão mínima.


 


E assim foi. A indisciplina passou para dentro das salas de aulas, mas os "especialistas" nada tinham a ver com isso.

11 comentários:

  1. Olá Paulo!
    Adoro esta tua fina ironia...
    Aproveito para dizer que estou de regresso e para te desejar, "malgré tout", um bom ano letivo (agora sem c)... ;-)
    Beijo.

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  2. Lindo!

    Ri-me a bom rir.
    Bjo

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  3. Obrigado Helena. Pelo que li no outro comentário, fiquei com a sensação que estás a pensar fechar o teu insubstituível pérola da cultura? Nem penses nisso. Mantém com o regime que entenderes, mas mantém.

    Bjo grande

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  4. ´queria esquecer o mundo fantástico das crianças e jovens que me fizeram viver com tanto entusiasmo e crer mas...não consigo. enquanto a educação não for "alta costura" mas "pronto a vestir"...estamos conversados, paulo!
    abraço solidário

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  5. Adorei!
    "A culpa morre sempre solteira" como gostam tanto de dizer agora!

    Bj
    Bom ano lectivo!

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  6. Paulo G. Trilho Prudencio3 de setembro de 2011 às 12:47

    Aquele abraço companheira

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  7. Paulo G. Trilho Prudencio3 de setembro de 2011 às 12:47

    Obrigado. Igualmente, Mena.

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  8. Praticamente todos os dias escrevo no sumário: "gestão de conflitos"! E a tendência não é melhorar...

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