A indisciplina dos alunos aumentava e os "especialistas" estavam desorientados. Os recreios tornavam-se infernais apesar dos números das matrículas de alunos baixarem acentuadamente. A solução inspirou-se no capítulo III do manual "especialista instantâneo em educação": reduza-se o tempo dos intervalos à sua expressão mínima.
E assim foi. A indisciplina passou para dentro das salas de aulas, mas os "especialistas" nada tinham a ver com isso.
Olá Paulo!
ResponderEliminarAdoro esta tua fina ironia...
Aproveito para dizer que estou de regresso e para te desejar, "malgré tout", um bom ano letivo (agora sem c)... ;-)
Beijo.
DIVINAL!!!! SÓ TU!!!!
ResponderEliminarLindo!
ResponderEliminarRi-me a bom rir.
Bjo
Obrigado Helena. Pelo que li no outro comentário, fiquei com a sensação que estás a pensar fechar o teu insubstituível pérola da cultura? Nem penses nisso. Mantém com o regime que entenderes, mas mantém.
ResponderEliminarBjo grande
ResponderEliminarBjo e
´queria esquecer o mundo fantástico das crianças e jovens que me fizeram viver com tanto entusiasmo e crer mas...não consigo. enquanto a educação não for "alta costura" mas "pronto a vestir"...estamos conversados, paulo!
ResponderEliminarabraço solidário
Adorei!
ResponderEliminar"A culpa morre sempre solteira" como gostam tanto de dizer agora!
Bj
Bom ano lectivo!
Aquele abraço companheira
ResponderEliminarObrigado. Igualmente, Mena.
ResponderEliminarBrilhante!!!!
ResponderEliminarPraticamente todos os dias escrevo no sumário: "gestão de conflitos"! E a tendência não é melhorar...
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