Santana Castilho foi um crítico contundente das políticas educativas dos governos de José Sócrates e mantém a posição em relação ao actual governo. A sua crónica de ontem, no Público, dá ênfase à seguinte série de oportunidades perdidas: "(...)Um Governo preparado teria tomado três medidas imediatas: alterar o modelo de gestão das escolas, responsabilizando todos, pela via eleitoral, pelas escolhas feitas; assumir que a avaliação do desempenho dos professores é parte da avaliação do desempenho das escolas, dela indissociável, e que estes processos não são compagináveis com modelos universais, outrossim instrumentos de gestão de cada escola; reformar drasticamente a Inspecção-Geral da Educação, reorganizando-a por áreas científicas e alocando equipas de inspecção a grupos fixos de escolas. Não ter feito isto, imediatamente, foi uma tremenda oportunidade perdida. Um Governo preparado, com estudo produzido durante seis anos de oposição, saberia como limpar o lixo administrativo e legislativo, que transformou os professores em escravizados burocratas de serviço. Nada ter acontecido neste campo, nestes dois meses, foi outra oportunidade perdida(...)."
Pode ler também aqui a crónica completa.
"...alterar o modelo de gestão das escolas, responsabilizando todos, pela via eleitoral, pelas escolhas feitas;"- Já pensei como seria interessante ver quais seriam as votações se todos os "trabalhadores da escola" votassem e não somente os 9 que existem no CG.
ResponderEliminarMas isso.... ia acabar com muitas parcerias.....
Pus-me a reler o comentário que fiz e devo esclarecer que não quis dizer que os 9 "trabalhadores" do CG foram unanimes no seu sentido de voto!
ResponderEliminarÉ que às vezes, quem está de fora podia ser levado a pensar isso, uma vez que a candidatura derrotada teve 9 votos!
Neste caso, parcerias pouco publicas, muito, mas muito, privadas . . .
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