terça-feira, 4 de outubro de 2011

no auge do nonsense

 


 


A avaliação de professores relativa ao biénio 2009 - 2011 navega no momento de atribuição de pontuação final para todos e com aplicação das respectivas quotas. Há alguém, com uma réstia de sensatez, que afirme que a coisa tem uma pinga de rigor e de objectividade?


 


Numa fase em que o país só desespera por evitar a bancarrota - não haverá sequer reposição salarial quanto mais progressões na carreira -, não se percebe como é que os professores alinham nesta farsa e, em alguns casos, até conseguem pontuar com diferenças ou aplicar quotas. E ainda há uma maioria que se queixa, e se surpreende, com sei lá o quê. 

4 comentários:

  1. Anda tudo na estratosfera.Vivem como se no próximo ano descongelassem salários, progressões...Alguns chegam a ser insuportáveis. Benzódeus!

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  2. Alguém será capaz de me explicar qual é a diferença entre um Muito Bom e um Excelente?
    Há alguém verdadeiramente Excelente?
    Qual é a diferença entre o professor que tem 9 e outro que tem 9,1 mas passa à frente do primeiro?
    Farsa acabada. Digo eu.
    Mas quem souber mais do que eu que me explique como se eu fosse muito burra.

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  3. E os que pontuam os diferentes domínios às milésimas!
    Desta gente é que o governo precisa. Só que não sabem que existe.

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