sexta-feira, 4 de novembro de 2011

da papelada

 



 


 


Quando escrevi neste post que papel "(...) Só para os testes escritos. Conhecesse, a Troika e quem governa o MEC, o sistema escolar em profundidade e a medida inscrita na primeira frase pouparia milhões sem fim e obrigaria a um avanço inquestionável na cultura organizacional das nossas escolas. (...)", estava inerente ao "só para os testes escritos" a utilização do papel que os professores consideram essencial ao ensino, seja por motivos didáticos ou de ordem social. A exclusão do papel é imperativa para a recolha dos dados que alimentam os sistemas de informação. Para simplificar a escrita, socorro-me das siglas, que mudam de quando em vez para simular um ar imprescindível, que "profissionalizam" a parafernália de inutilidades: PEE, PAA, PCE, PCT, PEI, PIF, PIT, REL, ACT, CTT, TLP, CNN, BES e por aí fora.

9 comentários:

  1. Que vídeo bem engraçado Aproxima-se mais da realidade do que muitos possam pensar.

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  2. Esqueceu-se do CEI e das AC... precisa de MEE!

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  3. Andamos todos ao papel...

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  4. Só em raríssimas circunstâncias uso papel para os testes escritos.

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  5. E alunos com RTP? Hein? Conhecem? Nã....RELATÓRIO TÉCNICO PEDAGÓGICO! Voilá!

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  6. Cada personagem desempenha seu papel.

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  7. E as AEC? Das maiores inutilidades: pelo que são, pelo mal que fazem e pelo papel que tem de ser preenchido, pelas negociatas....

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