Quando escrevi neste post que papel "(...) Só para os testes escritos. Conhecesse, a Troika e quem governa o MEC, o sistema escolar em profundidade e a medida inscrita na primeira frase pouparia milhões sem fim e obrigaria a um avanço inquestionável na cultura organizacional das nossas escolas. (...)", estava inerente ao "só para os testes escritos" a utilização do papel que os professores consideram essencial ao ensino, seja por motivos didáticos ou de ordem social. A exclusão do papel é imperativa para a recolha dos dados que alimentam os sistemas de informação. Para simplificar a escrita, socorro-me das siglas, que mudam de quando em vez para simular um ar imprescindível, que "profissionalizam" a parafernália de inutilidades: PEE, PAA, PCE, PCT, PEI, PIF, PIT, REL, ACT, CTT, TLP, CNN, BES e por aí fora.
LOL!!!!
ResponderEliminarQue vídeo bem engraçado Aproxima-se mais da realidade do que muitos possam pensar.
ResponderEliminarEsqueceu-se do CEI e das AC... precisa de MEE!
ResponderEliminarAndamos todos ao papel...
ResponderEliminarSó em raríssimas circunstâncias uso papel para os testes escritos.
ResponderEliminarE alunos com RTP? Hein? Conhecem? Nã....RELATÓRIO TÉCNICO PEDAGÓGICO! Voilá!
ResponderEliminarCada personagem desempenha seu papel.
ResponderEliminarSó vi agora. Engraçado, realmente.
ResponderEliminarE as AEC? Das maiores inutilidades: pelo que são, pelo mal que fazem e pelo papel que tem de ser preenchido, pelas negociatas....
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