quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

flagelos

 


 



Os portugueses têm a percepção que vivem numa sociedade corrupta. O título da notícia diz que a mediatização do flagelo despertou as consciências. Não há corrupção nesta escala sem ambiente propício e a nossa sociedade ofereceu os alicerses: "cunha", pequeno desvio e pequena corrupção.


Era vigente, e talvez ainda seja, que quem não fosse expedito na chico-espertice recebesse a classificação de ingénuo ou demasiado honesto. Houve, e ainda há, uma maioria silenciosa que viveu, e ainda vive, desses expedientes e que se movimentou, e ainda se movimenta, ao sabor da maré e dos poderes de ocasião. Temos uma "escola" de oportunistas que se convencem que ninguém-os-vê e que se acolhem na cumplicidade dos semelhantes. É todo um caldo que nos empurrou para onde estamos, nas instituições e no país.


Casos mediáticos despertam portugueses para a corrupção

2 comentários:

  1. Piores do que no tempo do António. Muito pior mesmo no que à cunha se refere.
    O incrível é que pouca gente se insurge contra isso. Qualquer dia é lei meter cunha. Ou será que já é?

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