Globalizar o pastel de nata nunca teria tanto impacto como globalizar a bola de Berlim. Ainda se fosse o pastel de Belém... isso sim! É preciso um nome sonante. Mas aposto que quem colheria os lucros da globalização do pastel de Belém seria a Palestina, pois cá do rectângulo o mundo só conhece efes ("F"): futebol, fado... Em vez disso, podíamos exportar ministros. Começávamos já pelo Alvarinho, exportando-o para Belém da Palestina. Quem sabe não dava lucro imediato?!
Gostei!
ResponderEliminarUi! Só de pensar que os Caldenses têm tanta coisa para globalizar.
O beijinho, a cavaca e o !!!!!!!
Fizeste-me rir!
ResponderEliminarGlobalizar o pastel de nata nunca teria tanto impacto como globalizar a bola de Berlim. Ainda se fosse o pastel de Belém... isso sim! É preciso um nome sonante.
ResponderEliminarMas aposto que quem colheria os lucros da globalização do pastel de Belém seria a Palestina, pois cá do rectângulo o mundo só conhece efes ("F"): futebol, fado...
Em vez disso, podíamos exportar ministros. Começávamos já pelo Alvarinho, exportando-o para Belém da Palestina. Quem sabe não dava lucro imediato?!