Gosto particularmente do artigo referente ao Recurso. Colocamos recurso a quem nos avaliou e quem decide do recurso é exactamente quem nos avaliou. E então o avaliador externo serve para quê? Será que ainda ninguém percebeu que numa escola não há hierarquias (exceptuando o Director) e que os professores que vão avaliar o recurso não são hierarquicamente superiores ao seu colega recorrente? Não estamos no exército !!! Alguém explique isto ao nosso Ministro, please!
É. As analogias com as redes de metro ficaram-me de um programa televisivo. Alguém apresentou o esquema do primeiro modelo como algo mais complexo que a rede de Paris. Somos parecidos com os franceses :) e a de Lisboa é mais simples apenas porque é muito mais pequena :)
A rede de metro de cá é mais simples, de facto...
ResponderEliminar
ResponderEliminarGosto particularmente do artigo referente ao Recurso. Colocamos recurso a quem nos avaliou e quem decide do recurso é exactamente quem nos avaliou. E então o avaliador externo serve para quê? Será que ainda ninguém percebeu que numa escola não há hierarquias (exceptuando o Director) e que os professores que vão avaliar o recurso não são hierarquicamente superiores ao seu colega recorrente? Não estamos no exército !!! Alguém explique isto ao nosso Ministro, please!
É. As analogias com as redes de metro ficaram-me de um programa televisivo. Alguém apresentou o esquema do primeiro modelo como algo mais complexo que a rede de Paris. Somos parecidos com os franceses :) e a de Lisboa é mais simples apenas porque é muito mais pequena :)
ResponderEliminar