Fico com a sensação que a moderna globalização se caracteriza tanto por uma aparente velocidade como pelo excesso de presente, de efémero, de ubiquidade, de instantâneo e por aí fora. Esse estado remete-nos para a intemporalidade do conceito de que tudo o que é sólido se dissolve no ar. Pode ser um tempo adequado para o vagar, para a reflexão e para a construção do que verdadeiramente interessa.
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