Um governo que, por afunilamento ideológico, se afirma para além da troika, deve, no mínimo, fazer um exame de consciência perante a escalada dos números do desemprego. Depois da análise minuciosa deve tirar conclusões. A ausência de consciência moral é do domínio do impensado e espera-se que uma réstia de sentido de Estado elimine os dogmatismos e atenue os bpénismos.
Lembrei-me deste post de 16 de Julho de 2011 "(...)Na primeira ida de Pedro Passos Coelho a Bruxelas, a mensagem portuguesa foi clara: não somos a Grécia. Não gostei; menos ainda do aplauso nacional.(...)" e espero que o futuro não nos venha a ser ainda mais ingrato.
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