É estranhíssimo que alguém defenda "que deve ser permitido matar um recém-nascido nos países onde a legislação permite a intervenção voluntária da gravidez". Este modo de entrar na discussão sobre bioética é oportunista ou cínica; quer publicidade ou pretende questionar a interrupção voluntária da gravidez de forma enviesada.
Como está na moda evidenciar o desconhecimento da História, talvez sejam novamente os descomplexados competitivos a investigar.
Otelinda Silvestre
ResponderEliminarCaro amigo é bom quando alguém traz temas como este para questionar!Desde já os meus Parabéns.
Penso que os extremos são sempre perigosos e nefastos e neste para o ser humano. Quanto à minha opinião, em caso de dúvida voto sempre pela Vida. Senão vejamos o que acontece quando regimes enveredam por caminhos tortuosos, desconhecidos e especulativos no que respeita à procura da raça pura e perfeita.
A Eugenia de Hitler e o racismo da ciência (página 2)
É bom ver-te por aqui minha cara amiga Otelinda. É aterrador o que nos trazes e é importante repetir o óbvio.
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