O sistema escolar estará, para não variar, em reboliço. Muda-se sem testar, depois de tanto se criticar a prática nefasta, e a aflição generaliza-se. Os indicadores controlados pela Troika determinam: reduzir, suprimir e cortar são os verbos que o empobrecimento nos obriga a conjugar. É lamentável que tenhamos chegado a este estado de urgência. Quem chegou de fora veio dizer-nos que já era tarde para termos direito a pensar.
Os centros das nossas cidades acolhem a metáfora perfeita. Os fundos públicos, e os ditos estruturais, foram derretidos nas calçadas, também nas de alcatrão. O que se ergueu para além do chão não era bem comum, nem sequer as fachadas, deixou-nos endividados para várias gerações e consumidos pela banca comercial. Andámos de olho no chão na esperança que as pedras se comovessem?
Gostei! Mas...
ResponderEliminar...não é só que se ergueu para além do chão que nos deixou endividados para várias gerações e consumidos pela banca comercial.
O túnel do Marão também tem a sua quota-parte! Eheh...
Um abraço.
É Nuno.
ResponderEliminarNem dei conta que o post já estava no ar:) reli-o e alterei uma coisita.
Tenho muito respeito pela interioridade, vivi 7 anos para lá do Marão, e não sei dizer da justiça do obra. Contudo, coisas dessas estão nas "também nas de alcatrão" :)
Abraço também e força aí.
Completa bandalheira:Isto é o Estado? De quê? Da podridão,por certo.
ResponderEliminarÉ Donatien. É um pessimismo fundamentado, digamos assim.
ResponderEliminar