Um governante concluiu que tem "falhado tudo" na sociedade portuguesa e que os nossos jovens iniciam cada vez mais cedo o consumo de álcool. Se as escolas promovem, há décadas, campanhas e mais campanhas com resultados de sinal contrário aos desejados, onde estará então a raiz do problema?
Podemos associar a esta trágica realidade os nossos vergonhosos números de insucesso e abandono escolares. Se os que têm ocupado os mais altos cargos no Estado opinarem sobre as causas (prestação de contas), dirigirão o nosso insucesso para a organização escolar ou para a avaliação dos professores; não estou a brincar. Um actual secretário de Estado lançou um tríptico de soluções,"(...)defendeu a realização de uma campanha que envolva a escola, a família e os serviços de saúde(...)", em que mantém, de algum modo, a lógica que nos conduziu até aqui.
Temos de nos convencer que a escola está esmagada por um caderno de encargos imposto por uma sociedade que se desresponsabilizou e que se endividou em edificado e em faz de conta e que precisa de aprender a cuidar, com tempo, das suas crianças.
Tem "falhado tudo" para desincentivar jovens a consumir álcool, diz secretário de estado
Brindo a isso! E ofereço uma garrafa de absinto a esse cavalheiro.
ResponderEliminarEsmagada é a palavra certa. Obrigada, Paulo.
ResponderEliminarAbraço Zoca.
ResponderEliminarA sociedade não apenas se desresponsabilizou como se comprometeu com tal estado de coisas. O consumo de álcool entre os jovens pouco tem a ver com a pobreza ou com outras razões socialmente sonoras à (ainda viva) cartilha neo-realista. As "festas" de rebanho, as "queimas", as pífias e absurdas saídas/viagens/ajuntamentos de carneiros, perdão, "finalistas", a "noite" (cada vez mais madrugada!), etc.
ResponderEliminarVislumbra-se alguma censura social destas tonteiras, terreno fecundo de todos os excessos? Nada, apenas conivência, quando não generalizado aplauso.
Se calhar, cada sociedade tem o que merece.
Sr. Lúcio, acertadamente bem dito. nada a acrescentar. só mais uma, muitos cursos superiores são academias de copos e afins, e isso pouco me importaria, não venha a ser o caso de ter que utilizar os serviços de doutores tão "bem formados". depois queixamo-nos que há erros humanos...quem não sabe nem nunca soube só pode errar mesmo. nada mais natural.
ResponderEliminarToda esta "barbarie" que temos observado há anos, não terá sido deixada arrastar, para que assim não surja uma geração mais crítica ao que nos "estão a fazer"? ou seja esmagar-nos a todos para que sejamos ou continuemos a ser escravos dessa maldita minoria mundial?
ResponderEliminarTem falhado tudo, o álcool e o tabaco, pq o estado lucra com os impostos e as multas (ah agora são coimas), falha contra as drogas porque dá trabalho (lugares de secretária) a muitos boys e girls falha porque não querem resolver e o problema não vem de agora
ResponderEliminarTem falhado tudo, o álcool e o tabaco, pq o estado lucra com os impostos e as multas (ah agora são coimas), falha contra as drogas porque dá trabalho (lugares de secretária) a muitos boys e girls falha porque não querem resolver e o problema não vem de agora
ResponderEliminarTem falhado apenas o principal. Falhado ou nunca existiu.
ResponderEliminarParece-me mais que nunca existiu pois portugal sempre foi governado por delinquentes!
Concordo consigo em todos os pontos. A realidade deve ser tida em conta como um todo e não como pontos separados.
ResponderEliminarAinda assim, o problema do alcolismo é mais preocupante quando se transforma numa bebida social com o único objetivo de "apanhar uma ganda moca". Na realidade a juventude não bebe por gostar da bebida, bebe para ficar ébria. Mas porquê?
Porque nós, os pais não estamos presentes. Não nos culpo, com a atual sociedade é impossível estarmos presentes tantas horas por dia. Na realidade, para acabar com os problemas do alcolismo entre os jovens o governo deve fazer aquilo que já faz (nas escolas), mas ao mesmo tempo permitir aos pais estarem mais ativos na vida dos adolescentes. Para isso, precisaríamos de uma redução de horários de trabalho, aumento de ordenados, e todo um conjunto de medidas que não nos podemos dar ao luxo (diz o governo) de ter neste momento.
Na realidade, acredito que a situação vá piorar a níveis catastróficos e nós os pais vamos ficar quase impotentes a olhar para a queda dos nossos filhos.
Recomendo a todos que tentem partilhar um pouco mais do vosso escasso tempo com os vossos filhos e não os proibam de beber ou de sair à noite, digam-lhes apenas que se abusarem corta-se totalmente a semanada ou outros benificios económicos, este é um problema de classe média adolescente com dinheiro e os pais só têm de fechar as bolsas. Os meninos que não gostarem porque sempre foram mal habituados (como o meu filho) aprendem depressa a gastar menos em bebidas.
P.S. Aquilo que se disse em alguns comentários sobre os miúdos deixarem de estudar pode ser verdade nalguns casos, mas eu durante a faculdade saía à noite todos os fins de semana e não é por isso que não consegui acabar o curso de História, com média de 16, simplesmente soube trabalhar quando tinha de o fazer (a minha ortografia é por vezes má por escrever demasiado rápido, troco Zs com Ss e deixo acentos em letras erradas muitas vezes).
Concordo plenamente com todos os comentários.
ResponderEliminarA verdade é que hoje em dia vivemos numa sociedade podre, os futuros pilares deste mundo estão muito fragilizados com grandes problemas a todos os níveis. Estes pilares são os jovens, não há jovens com capacidades para governarem um futuro pais nem para tomarem decisões importantes, o que mais lhes interessa é a bebida e as drogas, e infelizmente os que ainda poderiam ter capacidade para erguer este pais para e lutar por um mundo melhor acabam por emigrar e ficam por lá.
Eu próprio sou jovem, tenho 18 anos e como toda a gente também tenho os meus defeitos no entanto acho que grande parte do que digo é verdade.
Não posso chamar propriamente escola de orientação e formação de personalidade, pois já têm mais de dezoito anos...mas é, ou não é ali que se termina a formação de uma mentalidade jovem...e o que passa nessa Faculdade passa-se noutras de certeza...
ResponderEliminarNa Faculdade de Direito em Lisboa, uma das mais prestígiadas, onde está o meu filho...fiquei chocada quando ele me contou...que promovem no bar da Faculdade, a "Happy Hour" ....com cerveja a ,50 centimos...e que os jovens fartam-se de beber...não acho certo deixarem que isso aconteça.
Não tem falhado nada...apenas toda gente gosta de alcool..embora toda gente dabe que nao é aconselhavel...é como o tabaco.toda gente sabe que faz mal...mas no entanto vai-se fumando...
ResponderEliminarCulpar a "geração jovem" pelos problemas que afligem a sociedade (e os próprios jovens, claro) é um exercício fácil e intemporal - há registos escritos do Egipto Antigo (com "p", s.f.f.) de lamento ante a desgraça da nova geração que poderiam ter sido escritos num blog... O problema é, sobretudo dos mais velhos (professores, pais, comunicação social, agentes comerciais, etc.). Ai do pai que ouse afirmar que sair à noite pode ser sinónimo (como acontece nos países civilizados) de estar na rua, no pub, na discoteca logo após o fim da tarde! Ai do professor que sugira que as "viagens de finalistas" são apenas um artifício de exploração comercial! Ai do telejornal que sugira que a segurança rodoviária não está grantida só porque os meninos em recreio nocturno (com "c", s.f.f.) no carro da mamã apenas beberam refrigerante, sem ter tocado em pinga de álcool! Temos medo; só isso. Temos medo de contrariar os "jovens" (nós que liquidámos o termo "velho" e achamos que todos devem ser "jovens"), de sugerir que os "jovens" estão a ser explorados, de insinuar que é possível uma relação pacífica com o álcool (estamos a importar do norte da Europa, através do proibicionismo, o apetite pelo mesmo: há uma geração, uma piela era um acidente que envergonhava; agora é um objectivo que engrandece).
ResponderEliminarsó acho que não vale a pena culpar alguem porque cada um deve ser responsavel por si..de certo k nao está ninguem a obrigar a beber...enfim....
ResponderEliminarConcordo com muita coisa que tem sido dito aqui. Tenho 77 anos. Sou um moderado apreciador de bebidas alcoolicas, às refeições. Ocasionalmente, uma boa aguardente ou um cálice de vinho do Porto no final. Será isto assim tão mau ? Creio que não !
ResponderEliminarO que está mal, é o excesso devido ao facilitismo na concessão de licenças para bares, onde se manipula as vontades dos jóvens. Eu sei bem o que digo, porque como todos nós, também já fui jóvem como o mais comum dos mortais. O querer ser homem é normal. O que não é normal e correcto é que as autoridades fechem os olhos ao que se passa. E neste aspecto, cito a queima das fitas de Coimbra, onde a propaganda da cerveja é revoltante. Serão já licenciados ou doutorados, mas ainda jóvens. A sua energia e alegria, é subrepticiamente explorada por uma máquina maquiavelica de aptência ao consumo ! As pessoas são livres de escolher o que querem ser e o que querem de melhor para a sua vida. Ninguém nasce ensinado e discordo que se dê uma orientação canalizada. Os bens e os males do mundo, têm que ser expostos para se poderem ser apreciados e decidir-se da escolha, ao gosto de cada um. Os avisos terão que ser lidos e relidos para que não haja arrependimentos e desculpas. Mas as leis têm que ser cumpridas, sem subterfúgios e com o mínimo de recursos !
Ao contrário do que dizem, os pilares da nossa sociedade não são os jovens. São os pais desses jovens. Os jovens sustentam-se nos ombros dos seus progenitores. Claro que se o suporte é mau, o telhado não pode ser melhor.
ResponderEliminarSe os jovens consomem álcool, o problema é claramente dos pais. Há uma falta de educação nas casas portuguesas. Há uma ideia geral que a escola deve educar os miúdos, o que é completamente falso. A educação dá-se em casa. Quando vejo miúdos de idade pré-escolar a bater nos pais à porta do infantário, então algo vai muito, muito mal. Quando não se diz não aos filhos quando têm 5, 10 anos, eles pensam que o mundo é assim e chegam aos 18 e continuam a não saber o que é um não.
Para muitos casos, o abandono escolar foi uma bênção. Andar na escolha até aos 18 anos por andar apenas faz criar maus hábitos e jovens desviantes, pois têm tempo demasiado para pensar na (má) vida. É preferível irem trabalhar, fazer cursos "práticos" do que andarem a passear livros.
Não podemos pensar que estamos todos em crise e temos de apertar o cinto, e depois vão milhares de miúdos passar a Páscoa a Lloret de Mar. Das duas uma... ou não há crise, ou os pais estão a enganar os filhos e, mais uma vez, não se diz que não ao menino ou menina. Se estamos mal, todos devemos sentir a crise no bolso e não apenas os pais.
Resumindo... concordo com o Secretário de Estado quando diz que falhou tudo. Mas se calhar não estamos a apontar na direcção correcta. Talvez se apontássemos aos pais e estes fossem (verdadeiramente) responsabilizados, talvez surtisse mais efeito.
Esta questão do álcool que os jovens consomem não passa, para mim, de um falso problema. Em primeiro lugar porque tenho quase a certeza que, a cada geração, o consumo de álcool diminui. No tempo dos meus pais e avós, não havia uma pessoa que não se encharcasse todos os dias. Eram os lavradores (90% do país) desde tenra idade assim como os senhores e nobreza moribunda que se afogavam na fartura. Depois, fala-se dos jovens Portugueses como se fossem uma vergonha para o país! Mas já alguma vez viram o que se passa no estrangeiro? Inglaterra, Alemanha, Holanda, França etc? Acham que a juventude é diferente? NÃO! É IGUAL OU PIOR. Deixem os jovens apanhar uns pifos. Alcoólicos há de haver sempre e o facto de um jovem se embebedar ao fim de semana não quer dizer absolutamente nada sobre o seu estado mental. Juventude é juventude e, se acharem que eles possam um dia deixar de beber, sugiro que se entreguem num manicómio. Isso NUNCA irá acontecer.
ResponderEliminarOuça, eu não sou contra deixar os jovens apanhar uns "pifos", sou contra os jovens encharcarem-se ao ponto de começarem a ter dependência do alcool, de não conseguirem trabalhar e de não evoluirem intlectualmente. Nós, os pais, devemos ter uma posição moderadora relativamente ao alcool e não uma posição proibitiva.
ResponderEliminarEu próprio cheguei várias vezes ébrio a casa durante a faculdade mas nunca prejudiquei os meus estudos por causa disso, infelizmente muitos jovens bebem (quase) todas as noites, não conseguindo ter qualquer aproveitamento em casa ou no trabalho.
Para mais, o não beber por prazer mas sim por beber só consegue destruir as relações sérias que cada vez mais os jovens precisam de ter com o mundo.
Mesmo assim, o mundo era menos perigoso para nós, as drogas não estavam tão difundidas como atualmente e não precisávamos de ter tantas preocupações como os nossos filhos (e eles não se conseguem preocupar se nem sequer se conseguirem levantar).
Haviam de ir à escadnávia ver o que é o álcool na juventude, e dpois pensar um bocadinho sobre as verdadeuras causas do insucesso.
ResponderEliminarPois tem falhado tudo... Porque o principal, a FAMÍLIA, começou a "falhar" há muito tempo! Para não dizer os pais! Alhearam-se completamente de uma educação correcta, para não dizer rigorosa e necessária em muitos casos! Esperam que a escola dê tudo!
ResponderEliminar“Dicotomias”
ResponderEliminarNa dicotomia da vida
A harmonia encanta
E em contrapartida
A desarmonia espanta
Na dicotomia do pensar
Espanta-nos a harmonia
E ainda vai dar que falar
O encanto da desarmonia
Assim podemos continuar
De dicotomia em dicotomia
Até à dicotomia absoluta
Em que p’rós tolos governar
Ouvem-se verdades a cada dia
Proferidas pelos filhos da puta.
Parabéns à ESMERALDA ANTAS, porque em poucas palavras definiu a actual situação. Os Pais de hoje estão-se burrifando para a educação dos filhos. São egoístas e egocentricos. E quem sofre? As crianças e o País. E, o que é que se vê? Droga, roubos e prostituíção. Quanto aos professores, estes ´também não podem ensinar aquilo que a maioria deles desconhece a -EDUCAÇÃO, porque os Pais, nasceram durante a "REVOLUÇÃO".
ResponderEliminarExacto, Amigo! Mais palavras para quê?
ResponderEliminarAinda bem que toca no tema da REVOLUÇÃO! Muitos patetas conservadores como o senhor acreditam que o futuro da sociedade passa por bolquear e esconder a realidade!
ResponderEliminarO 25 de abril trouxe a opurtunidade de pessoas como o senhor dizerem os disparates como lhe apetece, mas se calhar o problema não está na geração que aproveitou para evoluir e estudar (a da revolução), se calhar o problema está na geração classe média mimada que é provavelmente a sua e que não se dá ao trabalho de trabalhar porque os papás e as mamãs ganham o dinheirinho ao final do mês e por isso "podemos vandalizar que temos tudo pronto e ninguem nos faz mal porque somos putos".
Num ponto tem razão, a revolução trouxe liberdade a um bando de parvos que a confundem com bebedeira, houve idealistas que acreditaram que as pessoas iam ser inteligentes e evoluir, não se lembraram de idiotas como o senhor que culpam a Revolução em vez de culparem os cidadãos do estado a que o país chegou!
Vá meter a sua educação de reguada no sitio que merece!
Se eu mandasse os estabelecimentos nocturnos abriam às 10 horas e fechavam as 2,30 da manhã, os cigarros aumentavam para 15 euros o maço , no inicio ia ser duro mas no futuro todos seríamos mais felizes em vários campos porque aproveitávamos o tempo livre para outros lazeres como ir correr , passear, ler, fazer ginastica, namorar, conversar e também dormir claro mas não dormíamos o dia inteiro ao dia seguinte a noite de borga , por outro lado quem optar ficar na borga a noite inteira ficava no espaço publica ou em festa particulares na própria casa ou em casa de amigos assim a sociedade seria mais feliz isto porque nós com idades na casa dos 50 anos muitas vezes vamos beber um café e não se vê ninguém as cidades estão mais desertificadas sem gente pois só a partir da 1 h ou 2 da manhã e que o pessoal sai de casa o que é que os sociólogos qual é a função deles na sociedade??????
ResponderEliminarConcordo plenamente com o seu comentário. Também sou mãe de um pré-adolescente com 12 anos e sei muito bem quanto custa criar bem um filho e refiro-me ao custo moral, à transmissão de princípios e valores éticos. Hoje em dia, infelizmente, assiste-se aos maus resutado das atitudes negligentes de muitos pais que parecem ter esquecido a educação que receberam noutros tempos. Nasci em '67 e agradeço profundamente "quase" todos os castigos que me aplicaram, todos os pedidos de desculpa que me obrigaram a dar, todos os sermões que ouvi sobre o respeito que devemos ao próximo... Os pais têm uma missão difícil durante praticamente toda a vida e dar amor aos nossos filhos não é sinónimo de lhes comprar playstations...
ResponderEliminarEm Portugal sempre se bebeu muito! Houve um tempo em que havia o slogan de que Beber vinhoi é dar pão a um milhâo de Portugueses",Lembram-se??
ResponderEliminarSimplesmente agora perderam-se todos os valores de há poucos anos atrás tomou-se democracia por facilitismo,por isso os jóvens são incentivados a beber nos bares e fora deles.Em Coimbra é realmente uma tristeza ver rapazes e (pior) raparigas completamente alcoolizados caidos pelas ruas.Fez-me pena! Lembrei-me das nossas velhas Queimas em havia uma bebedeira ou outra,mas que nem saíam do âmbito do patusco.Agora já no secundário se verificam casos tristes.As leis até existem,o problema deste País é que ninguém é educado para cumpri-las ,antes pelo contrário é esperto que fugir a elas...
Peço desculpa por me ter descontrolado no comentário anterior e por todos os erros ortográficos e de acentuação que cometi com o descontrolo.
ResponderEliminarNo entanto, mantenho a minha posição sobre o modelo de educação do Estado Novo.
Compreendo. Está desculpado :) Raramente apago comentários e nem tenho moderação. Apaguei há pouco um comentário porque era insultuoso para outro comentador e despropositado. Não é o seu caso.
ResponderEliminarPovo triste de mentalidade pífia, Portugal é um país cada vez mais triste. Os portugueses estão desnorteados e não sabem orientar os seus filhos. Inacreditável ver noticiários de televisão a elogiar iniciativas em que taxistas por 5 euros vão buscar menores de 13 ou mais anos a bar/discoteca a hora combinada com os pais (normalmente por volta da duas da madrugada ou mais tarde.) Parece que agora até no pré-primário já se fazem viagens de finalistas. Que povo tão triste!
ResponderEliminarOs jovens vivem num pais de merda,
ResponderEliminarvêem mais dificuldades geradas por uma má
governação.
Vêem as dificuldades em casa, no seu futuro e em tudo aquilo em que se possa chamar modo de viver,
quer se dizer, tem falhado tudo mas é na governação do PAIS !!!!! ISSO SIM PRECISA SER FALADO E BEM FALADO !!!!!!!!!!!!!!!!
CONTRA ESTES POLITICOS CORRUPTOS !! CRIAR UMA UNIÃO NACIONAL!
Bravo! É isso mesmo!
ResponderEliminarOs comentários que se nos oferecem dizer a propósito de copos...Soms mesmo um país de marinheiros.
ResponderEliminarNão temos é barcos.
A raiz do problema está nos pais deles. Ora venham cá ver se os meus filhos adolescentes têm alguma possibilidade de ingerir álcool! O álcool, sobretudo o proveniente das bebidas destiladas, assassina neurónios. Numa fase de crescimento cerebral, que se considera acontecer até aos 20-22 anos, permitir que bebam álcool de bebidas destiladas em excesso e continuadamente é permitir que se tornem autênticos imbecis para o resto da vida! Uma cerveja ou duas em dia de festa, ok, um copo de vinho, ok, mas bebidas destiladas NÃO!
ResponderEliminarBem...o seu filho para andar na universidade deve ter mais de 18 e se está a tirar direito nessa Universidade, também não deve ser um ignorante ou tonto. Se bebem álcool é porque querem. Ninguém lhes obriga e certamente já têm idade para saber o que querem e andam a fazer.
ResponderEliminarObrigado! O que seria do mundo sem imbecis para a construção civil, lavar chão, etc. Obrigado memso!
ResponderEliminarA nossa vai ter, sem dúvida nenhuma!
ResponderEliminarQue mundo maravilhoso, seríamos todos felizes e inertes como as plantas e as pedras. A estrada do exagero conduz ao palácio da sabedoria. Que se emborrachem, que queimem as correias do convencionado que lhes atam os cérebros, que vivam e que se tornem ávidos criadores! Ser humano é muito mais do que viver simplesmente para preservar a vida.
ResponderEliminarHaja alguém com cabeça!
ResponderEliminarÉ Donatien. Fizeste-me sorrir. Estou espantado com o impacto deste post. Fui ver o meu contador e registo mais de 4000 visitas (não são apenas páginas vistas), são visitas dedicadas e apenas hoje. Há anos que andamos a escrever sobre esta tragédia. O que não se teria escrito há uns anos.
ResponderEliminarHá aqui relatos que me deixam perplexo. Miúdos de 13 anos que regressam a casa de madrugada de táxi alugado pelos pais e alcoolizados. Tenho amigos que vivem nos centros urbanos e que se queixam do barulho, em plena madrugada, de grupos de miúdos dos 10 aos 12, em dias de semana, e por aí fora.
Marinheiros sem barcos, realmente.
António Carlos e Carlos: estamos a falar de crianças que não podem depois exigir qualquer prestação de contas; não adiantará muito, pelo menos.
ResponderEliminarEste país é uma vergonha e os que culparam os professores deviam ser levados à barra do tribunal em vez de fugirem para Paris ou serem promovidos para a FLAD.
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