quinta-feira, 17 de maio de 2012

as perguntas e as escalas

 


 


 


Ninguém vive sem se interrogar. O valor da pergunta é insubstituível e acrescenta conhecimento, cooperação e mobilização. Uma instituição avança se cultivar o valor da pergunta, mesmo da que não se sente obrigada a emitir uma qualquer resposta. O aumento da escala torna-se um dissuasor de perguntas.


 


 


 


(Usei parte deste texto num post em 24 de Fevereiro de 2012)

2 comentários:

  1. E eu, se me é permitido, remeto para o comentário que fiz no dia 25 de Fevereiro.
    Acrescento, contudo, que também concordo plenamente com a frase acrescentada (não sei se o Paulo estaria a pensar nos monstros que se preparam para ser os tão badalados "megas")...

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  2. Sempre permitido :)

    Exacto. Gosto de procurar escritos antigos e de os rescrever. Nesta voracidade, um escrito perde actualidade quase no momento em que se publica um novo post e isso desgosta-me. Sou dado a coisas que requerem tempo e as únicas coisas que me aborrecem no presente blogosférico é a efemeridade e a necessidade de escrever para dizer presente.

    Sim Carlos VC. Também a pensar nisso. Suprimir as humanidades, em vez das inutilidades, não se verifica apenas na redução das disciplinas e do seu tempo é também na forma com estabelecemos a atmosfera relacional e a cultura de proximidade das organizações.

    Obrigado.

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