Sem mudar a lei orgânica do MEC e o quadro de divisão administrativa do país e principalmente sem revogar o decreto-lei da gestão escolar, como é que é possível mega-agrupar escolas desta forma?
Se o problema é o montante financeiro para os subsídios remuneratórios dos dirigentes escolares (que, para aliciar pessoas para o modelo do decreto-lei 75/2008, subiram acentuadamente em plena crise e em campanha eleitoral), que se regresse ao tempo anterior a 2009.
Muitos professores governaram escolas, com parcos orçamentos e sem desvios financeiros, durante as décadas da massificação, e da democratização, da escolaridade obrigatória e recebiam suplementos remuneratórios simbólicos. O que não é aceitável é sacrificar a organização escolar deste modo. Aliás, se regressássemos à situação anterior a 2009 teríamos muitas surpresas em relação ao tal amor à camisola.
ResponderEliminarAs pessoas que têm amor à camisola preferem decerto o modelo antigo, mesmo com mais escasso suplemento remuneratório, mas representativo da vontade dos professores e que põe de facto professores a gerir as escolas.
Também me parece, Isabel.
ResponderEliminarComo é possível, Paulo? A privatização do ensino tem o terreno desbravado... digo eu no meu cantinho...
ResponderEliminarAbraço.
Já linkei para amanhã no Correntes para não o perder :) :)
ResponderEliminarAquele abraço.
Camvada de murcões, carago. No Norte não passarão.
ResponderEliminarQuerem ver que no norte não há agregações nem unidades administrativas :)
ResponderEliminarA única é no Dragão, carago!!!! -:)
ResponderEliminar:) Sem emenda :)
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