domingo, 27 de maio de 2012

piratas, 5 estrelas e outros mais

 


 


 


Há dois blocos que têm estruturado o voto nas democracias e em Portugal também. Ao longo do tempo, os interesses mais variados aprisionaram as democracias através da corrupção e a distinção entre os sucessivos governos ficou-se pelas nuances dentro de uma agenda comum. Há mesmo quem diga que só os que "venderam" a alma foram alavancados para lugares cimeiros.


 


Assistiu-se, nas campanhas eleitorais, ao enunciado de um rol de mentiras em movimento uniformemente acelerado e a crise que estamos a viver parece o culminar de um período.


 


No meio de tanta e trágica política real, é natural que apareçam forças como o partido pirata na Alemanha, o movimento 5 estrelas na Itália ou até o Syriza na Grécia. O que deve dar que pensar a alguma oposição, é que as forças partidárias que têm controlado as grandes centrais sindicais, e que não têm marcado presença efectiva nos governos, não mereçam a preferência dos eleitores.

7 comentários:

  1. Pões a pensar, sem dúvida.

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  2. «... as forças partidárias que têm controlado as grandes centrais sindicais [...] não mereçam a preferência dos eleitores.»

    Com tantas conquistas sindicais...???

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  3. É Ana. Há quem diga que a responsabilidade do estado em que estamos não iliba nenhuma das forças parlamentares, digamos assim. Sinceramente: não me parece justo. Mas deve dar que pensar e poderia enumerar exemplos sem fim que levam ao raciocínio que responsabiliza todos.

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  4. O estado em que estamos não responsabiliza todas as forças políticas por igual?
    Não, com certeza. Seria, de facto, injusto afirmá-lo.
    Mas não iliba nenhuma, a meu ver.
    Globalmente, as forças parlamentares estão minadas de cumplicidades e incompetências. Nem que seja a incompetência de não serem credíveis.

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