A desesperança parece dilacerar o sistema escolar e os professores não escapam à voracidade dos tempos. É impossível não ver o que nos rodeia.
Se o caos nos derruba e nos impele para descrer, se nos faz desaparecer na nuvem solitária, é humana a possibilidade da desistência.
O mergulho no caos em forma de crise não se esgota nos colectivos e nos respectivos mecanismos de controle.
O desafio maior coloca-se quando nos atinge na pele e nos fere a alma. É aí que crescemos e que nos rompe o sentimento de injustiça. O exercício da esperança é a alternativa que se afirma no empreendimento da resistência.
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