Repetirei muitas vezes: este modelo de gestão escolar foi pensado para uma sociedade civil forte, o que não é o caso da nossa, e leva para dentro das escolas o pior da política partidária local.
Se perguntaram aos membros locais dos partidos se devem interferir nas chefias das escolas, uma boa parte responderá que sim porque é o seu caderno de encargos. Se forem professores dirão que são os representantes da sua força partidária na escola onde leccionam.
O país está inundado de coisas destas, o próximo ano será demasiado elucidativo e a imagem da escola pública estará de rastos. Alguns dirão que o objectivo está finalmente cumprido e que foram duas décadas árduas, mas que os últimos anos revelaram-se determinantes e com protagonistas escolhidos a dedo.
A confirmar - saneamentos políticos na DREC?
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