O estado de sítio no sistema escolar agravou-se em 2004, tornou-se patológico a partir de 2006 e está insustentável nesta altura. Os cortes financeiros, mascarados de outras coisas, feitos fora de horas pelo MEC criaram brutais injustiças e humilharam os professores do quadro de uma forma semelhante à que aconteceu com os concursos de professores titulares. As listas da mobilidade interna são um mais um episódio de um jogo de sombras inclassificável e que terá, seguramente, maus resultados.
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