Argumentar com critérios pedagógicos decisões que são exclusivamente orçamentais dá sempre mau resultado. É tão óbvia a defesa dos ensinos vocacional e profissional que nessa linha temos de encontrar disciplinas como a educação visual e tecnológica, a educação visual e a educação tecnológica. Quem defende o primeiro caminho não pode eliminar o segundo, como fez o actual Governo, e isso só acontece nas sociedades que se habituaram a denominar de infelizes os que se orgulham de trabalhar com as próprias mãos.
Agradar aos especuladores financeiros e desenvolver um sistema escolar moderno e completo é uma impossibilidade. No horizonte dos primeiros, imaginam-se fábricas sem matérias e sem operários. Esses aristocratas do volátil desprezam quem cheira a suor.
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