segunda-feira, 15 de outubro de 2012

meia decisão

 


 


O que está mesmo em causa são as regras do concurso. Os candidatos devem ser ordenados pela graduação profissional e ponto final.


 


 


Ministério confirma ilegalidades e vai repetir concursos em oferta de escola

6 comentários:


  1. A injustiça continua pois na maior parte dos agrupamentos para os 50% destinados à entrevista continuam a aparecer critérios como: Ter estado no Agrupamento no ano anterior; Tempo de serviço no Agrupamento; Dar continuidade aos projetos do Agrupamento, etc… Será que estes critérios fazem sentido numa carreira onde a mobilidade é uma constante de ano para ano? Será que faz sentido chamar 400 candidatos para uma entrevista, à mesma hora? Se existe uma lista com a graduação porque não se segue a lista? Parece que continua a haver muitas questões por resolver…

    ResponderEliminar
  2. Alterem os critérios de selecção de docentes nas AEC´s passando a ser a graduação profissional critério único. Muitos professores de têm uma graduação superior a colegas que estão a trabalhar nas AECS e estão desempregados. Infelizmente nunca tiveram a oportunidade de trabalhar nas AEC devido aos compadrios nos concursos é uma verdadeira vergonha!

    ResponderEliminar
  3. Quando é para criticar gastam-se dezenas de linhas. Para elogiar umas míseras duas. OK?
    E convém não esquecer que tudo isto começou no Governo anterior. A ver se Crato muda as regras no próximo ano!

    ResponderEliminar
  4. Francamente Pedro. O problema é existir muito pouco mesmo para elogiar. Tem razão, começou no Governo anterior e este acentuou. Já conhece a história da negociação e, portanto, o actual Governo não pode encolher os ombros.

    ResponderEliminar

  5. E desses 400 na entrevista, uns 20 gajos não "partiam aquele merd@ toda... 3 ou 4 vezes que fosse necessária a intervenção policial.. isto mudava!
    Pedidos de justificação de presença para os 400 ...

    ResponderEliminar