São já conhecidas as fugas de informação do actual conselho de ministros português e a saga inadmissível começou cedo com os relatos que ridicularizavam o recém-chegado ministro Álvaro.
É evidente que desagrada saber que os primeiro-ministro de Espanha e da Grécia, tão populares europeus como o de Portugal, descrevam com detalhe a situação dos seus países e que o bom-aluno-para-além-da-troika-e-já-demasiado-a-prazo se cale. Quem denunciou a coisa, por omissão, foi o presidente da França e não é nada bom sinal.
Passos Coelho critica Hollande por revelar debates de líderes
"(...)"A situação social foi invocada antes de mais pelos países afectados", afirmou Hollande, referindo-se especificamente aos chefes dos Governos de Espanha e Grécia, Mariano Rajoy e Antonis Samaras, e sem fazer qualquer menção a Portugal.(...)"
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