A quebra da natalidade associada ao aumento da esperança de vida cria problemas ao sistema de pensões. A variável agrava-se porque recebemos menos imigrantes, estimulamos a emigração dos jovens adultos e a economia decresce. Há especialistas que não concordam: argumentam que a produtividade dos tempos anteriores (2 pessoas activas para 1 com pensão) é inferior à actual e à futura (1,5 para 1 ou mesmo 1 para 1).
Mesmo que se considerem os argumentos mais pessimistas, o que não compreendo mesmo é a fórmula que leva alguns a dizerem que os privados conseguirão pagar o que hoje é público e que as pessoas activas devem repartir os descontos com o sector privado. A não ser que liguem as máquinas de produzir dinheiro que passam a vida a contestar ou que saibam o mesmo que os mais optimistas e não lhes convenha dizer por razões ideológicas e afins. Cá para mim é mais uma chico-espertice.
Além das burlas monumentais das entidades depositárias dos fundos de pensões...que são normalmente os bancos ou seguradoras,entidades que não merecem a mínima credibilidade...
ResponderEliminarNão trate a malta de começar a fazer filhos e vai ver! E seria também desejável que se terminasse com a seródia, e perversa, lamúria neo-realista; a nossa escolha "não ter filhos" pouco tem a ver com condições económicas, com crise financeiras e demais blá-blás. Trata-se, isso sim, de opções éticas e culturais: o hedonismo (há quem lhe chame "pieguice") tornou-se uma profissão de fé colectiva.
ResponderEliminarPara evitar o hedonismo no feminino, está na hora de os homens fazerem como Zeus/Júpiter e gerarem os filhos na respectiva coxa. Depois, se sair um "copofonista", os professores, na escola, que o eduquem e aturem! (apeteceu-me brincar, claro!)
ResponderEliminarObrigado Ana por corroborar o meu ponto de vista; nem precisava de avançar com um argumento tão forte... :)
ResponderEliminarFizeram-me rir. Obrigado a ambos.
ResponderEliminarÉ um pouco de tudo, obviamente.