Nuno Crato, com o apoio de deputados especializadíssimos no assunto, está a proteger o "pessoal" do ensino superior à custa do financiamento nos outros graus de ensino. É uma espécie de Zé do Telhado do avesso a construir uma casa sem alicerces.
Nuno Crato, com o apoio de deputados especializadíssimos no assunto, está a proteger o "pessoal" do ensino superior à custa do financiamento nos outros graus de ensino. É uma espécie de Zé do Telhado do avesso a construir uma casa sem alicerces.
Depois dos cortes que houve no Ensino Superior no último ano (no financiamento, no número de professores e no número de cursos) não percebo como se fala em protecção do Superior...
ResponderEliminarConheço os números dos cortes de professores no ensino superior Pedro.
ResponderEliminarOu melhor, não conheço. Conheces Pedro?
ResponderEliminarFalaram em "Programa 12" do ensino básico e secundário. Sabe o que é?
ResponderEliminarTambém reparei. Será uma rubrica do financiamento?
ResponderEliminarComo ex-prof aux convidado de um uniburgo e agora a trabalhar em park time no TTO, posso afiançar que o superior tem tido muitos cortes e até ao nivel contratual.
ResponderEliminarEu sou um exemplo mas não sou o único. E a nivel de investigadores auxiliares, a razia está a começar a sentir-se.
Mas tem se tocado pouco na massa salarial e só se tem dispensado os convidados. Se estes cortes fossem para a frente, iriam ter problemas para pagar salários dos nomeados por tempo indeterminado.
Agora, a questão que mais me irrita é que, despudoramente, se fala nesta transferência entre verbas e entre o básico e o superior, escolheria o básico obviamente. Porém, a pergunta que se deve fazer é : e que tal expropriar automaticamente 50% das PPPs para permitir manter as verbas na Educação? Não me venham com as tretas da "manta" e da "sustentabilidade". Trata-se de opções políticas e aó é que se deve discutir e a sério.
Concordo Alt. Obrigado pela informação.
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