Não quero ser injusto com outros grupos profissionais, mas é impossível escapar à realidade: os professores foram os escolhidos e em exclusividade.
Nas autarquias não se toca porque boys e caciques fazem sempre falta, nos militares também não porque há golpe de estado, nas fundações e observatórios é a ladainha do costume, na saúde assobiam para o lado à primeira greve, nas empresas públicas ou municipais (estas são incontáveis, valha-nos sei lá o quê) há muito emprego de aparelho e ficaria aqui o dia todo.
Os professores e as escolas são a projecção do ciúme social da nação e de Sócrates a Passos, passando por Gaspar, Portas, Santos, Rodrigues, Relvas, Alçada e Crato, o jogo é fácil de fazer. O que ainda custa mais é ver professores a fazerem esse jogo porque desta vez são os da sua cor que dão as cartas do mesmo baralho. Já ontem tinha referido a eliminação de professores que o Público chama hoje à primeira página.
Mas o paulo acha que iriam cortar nos faroleiros? Pois, eu também não; são meia dúzia...
ResponderEliminarExacto Lúcio. :) :)
ResponderEliminarHá 600 mil funcionários públicos. Cerca de 1/3 está no Ministério da Educação. Está tudo explicado...
ResponderEliminarE depois Pedro? É um número muito muito aceitável no contexto europeu. Qual é o número ideal?
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