quinta-feira, 15 de novembro de 2012

dos bons alunos

 


 


 


 


 


O secretário de Estado da Administração Pública confessou que os cortes no número de funcionário públicos duplicou o previsto (5% em vez de 2%) e que o exercício para além da troika fundamentou-se nos professores.


 


Os professores são "muitos", apenas porque são o grupo profissional mais numeroso, e foram objecto do maior despedimento colectivo da nossa história.


 


Percebemos essa condição em meados da primeira década do milénio. Associado ao despedimento, vimo-nos acusados do abandono escolar que nos envergonha como sociedade e a panaceia incluiu uma carga intolerável de hiperburocracia e a perda de confiança na organização das escolas.


 


Há todo um caminho por reconstruir e não consigo adivinhar o momento de viragem. O que observo é um sistema escolar desesperançado que acentuará os números negativos que não nos cansamos de apontar, sem que se registe um qualquer discurso que eleve o caminha escolar percorrido nestas décadas de democracia e que trasmita um sinal de esperança. É demasiada ingratidão, realmente.


 


Estado corta mais do dobro dos funcionários previstos

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