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segunda-feira, 29 de maio de 2023

Os professores lutaram muito em 2013

 

Ao contrário do que diz o ministro da educação, os professores lutaram muito em 2013. Por exemplo, uma dificílima greve aos exames do secundário deu muito bons resultados.

Este post é de 29.06.13 e tem como título 

fmi contamina a troika





O FMI já se penitenciou, mas para já só na teoria, pelos graves erros austeritaristas e agora é a troika que sai de Lisboa com dúvidas por causa dos professores. Saúdam-se os progressos de quem só tinha certezas. Bem suspeitava que não faltará muito para Portugal agradecer aos professores por mais esta lição de cidadania. Serão mais 115 mil comendadores com a ordem da Espada à Cinta.


E aqueles, mesmo no seio dos professores, que diziam que não era preciso lutar porque não haveria mais uma vaga com milhares de despedimentos colectivos e de horários zero, é só lerem com atenção o resto da notícia.


 


Para quem não está nas mesas de negociação entra a troika e o Governo e entre este e os sindicatos de professores (SP), fica uma impressão difusa. Já não se percebe quem da troika está do lado dos SP, quem do Governo está do lado da parte da troika que é contra os do Governo que são do lado dos SP, quem do Governo governa a troika para anular os do Governo que parecem ser do lado dos SP e podíamos estar aqui a noite toda em exercícios associativos que chegaríamos sempre á mesma conclusão: a força da razão dos professores uniu como nunca os SP e desorientou a troika e o Governo. E depois não querem que os professores se achem escolhidos tal a evidência dos factos.


Como também já sabíamos os professores estão menos isolados, mas mantêm a desconfiança. Habituaram-se a esse tratamento. É claro que continuam a ler coisas que já só merecem um encolher dos ombros. O cronista Tavares do Expresso não desiste de um dos seus pogroms (celebrizados neste notável texto de de JL Sarmento em 27 de Janeiro de 2008), embora, e como se verá seguir, numa versão mais atenuada. É impressionante como o cronista passa por cima do despedimento colectivo de milhares (pelo menos 15 a 20 mil em dois a três anos) de professores contratados (o contratado é um eufemismo que permite despedir pessoas que foram precárias durante dezenas de anos de serviço docente) ao afirmar que não há um funcionário público despedido. A exemplo da semana passada, colo apenas o fim da crónica.



 


 


terça-feira, 24 de junho de 2014

gostei de ouvir antónio costa

 


 


 


O principal erro do PS foi a injusta "guerra aos professores". Foi exactamente assim que António Costa começou por assumir a herança do PS numa entrevista que terminou há pouco na SICN. Nunca tinha ouvido coisa semelhante a um membro do PS: nem aos anti-socráticos. 


 


Se é evidente que houve uma guerra, é bom que António Costa a caracterize e que depois diga o que é que vai corrigir. É importante que se sublinhe que muitas vítimas da guerra já não podem ser ressarcidas (e estou a pesar bem a escrita).


 


 


 


 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

já não é só o PISA

 


 


 


 


Os radicais da privatização do sistema escolar perderam o norte (e não apenas por a Suécia ser a norte) após a publicação do último PISA e dos outros estudos internacionais do género; é que ainda por cima eram eles quem exigia essas evidências.


 


Mas o que vem a seguir ainda os deixará mais desorientados. Começam a conhecer-se os indicadores do nosso investimento no sistema escolar que incluem o período de 2011 a 2014.


 


Ora leia este pequeno documento elaborado pelo economista e ex-deputado Eugénio Rosa.


 


 





 


 


 


 


 


 


 


 

sábado, 30 de novembro de 2013

escolas e supermercados

 


 


 


Estamos a criar escolas para ricos e escolas para pobres?




Quem diria que Maria Filomena Mónica responderia com um sim e até com conhecimento dos graves detalhes. Se há cerca de um ano lhe dissessem isso talvez considerasse um exagero; ela e muitos mais.


 


Ora leia o que recebi por email e que foi publicado no primeiro caderno, página 25, do Expresso de 30 de Novembro de 2013.


 


 




 


 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

da cartografia do poder vigente

 


 


 



 


 


 


 


 


Foi divulgado um mapa com os locais para a prova de avaliação dos professores contratados que cobre quase todo o país. Nem sei se por acaso, a zona Oeste, e, claro, as Caldas da Rainha, foi descontinuada.


 


 


Na reportagem "verdade inconveniente" da TVI, ficou provado que há vários concelhos do país com sérios problemas nas relações público-privado no sistema escolar. Será que os professores desses concelhos, e alguns expuseram-se nessa reportagem, não têm voz?


 


 


 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

da blogosfera - a educação do meu umbigo

 


 


 


 


A reportagem da TVI de ontem não levanta qualquer problema




 


"(...)Quando se provar – como aconteceu em outros países – que tudo isto é uma mistificação para redireccionar parte das verbas do orçamento do MEC já os actuais decisores políticos estarão a coberto de qualquer responsabilização, como se pode ver pelos que, há não tantos anos assim, deram autorizações indevidas, colaboraram activamente no combate à rede pública de ensino e acabaram como gestores e consultores dos grupos a quem prestaram favores. E não olhemos apenas para os políticos, pois as chefias intermédias e os facilitadores de gabinete estão enterrados nisto até ao pescoço.


 


Não é por acaso que dos dois lados das negociações nesta matéria encontramos dois antigos chefes de gabinete.


 


Mas orgulham-se disso e gozam com quem lhes faz qualquer reparo sobre deveres éticos. Pior, acham que todos agem como eles e que o discurso público não deve condizer com as práticas privadas.


 


Sei disso, não por ouvir dizer, mas por ver e ouvir em primeira mão."









terça-feira, 5 de novembro de 2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

mais logo, no "jornal das 8" da tvi

 


 


 


 


Quando se discute o orçamento para 2014, em que todas as rubricas da Educação são alvo de cortes a eito à excepção da que financia as cooperativas de ensino (os privados encostados ao Estado), a TVI põe no ar mais uma grande reportagem sobre um assunto que tanto incomoda o denominado arco do poder. Espera-se pelo dia em que alguma coisa aconteça mesmo.


 


 




"Verdade Inconveniente - 4 de novembro




São colégios privados, construídos de norte a sul do país e financiados, pelo estado, com muitos milhões. Ao todo, são 81 colégios, pagos por todos nós. muitos deles autorizados ao lado de escolas públicas que conseguem dar resposta. O debate impôe-se, numa altura em que o governo se prepara para mudar a lei que até agora esteve na génese dos contratos de associação. Actualmente, o que se pretende é implementar a chamada liberdade de escolha, abrindo-se caminho ao chamado cheque ensino. Uma equipa da TVI pecorreu o país e encontrou escolas públicas vazias, em risco de fechar, cercadas por colégios privados que nunca deveriam ter tido autorização para serem construídos. Uma teia de cumplicidades que abrange ex-governantes que depois de exercerem os cargos, passaram a trabalhar para grupos económicos detentores de muitos desses colégios, ou ex- diretores regionais de educação que fundaram depois colégios que são pagos com o dinheiro dos contribuintes. Uma grande investigação que mostra o retrato de um país que se prepara para pagar, até ao fim deste ano, mais de 154 milhões de euros em contratos de associação. Uma grande reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de Gonçalo Prego e montagem de Miguel Freitas. Para ver em «Repórter TVI», esta segunda feira, 4 de novembro, no «Jornal das 8»."







sexta-feira, 1 de novembro de 2013

"verdade inconveniente", grande reportagem na tvi - dia 4 de Novembro às 20h00

 


 


 


 


Informam-me que irá para o ar no dia 4 de Novembro (2ª feira), no jornal das 20h00 da TVI, a grande reportagem "Verdade inconveniente", da autoria da equipa da jornalista Ana Leal, sobre o público-privado na Educação. Dizem-me que é imperdível. Para quem não se lembra, volto a publicar a última grande reportagem da TVI sobre o assunto e que se denominou "Dinheiros públicos, Vícios privados".


 


Numa altura em que se discute o orçamento 2014, que inscreve cortes a eito em todas as rubricas da Educação com excepção do chocante aumento no financiamento às cooperativas de ensino, esta reportagem não pode ser mais oportuna.


 


 


 


 


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

plano inclinadíssimo

 


 


 


 


 


Nuno Crato foi muito para além da troika. Ou seja: sabemos do memorando e da condição de protectorado, mas o que se espera de um primeiro-ministro na defesa do país (e Passos, o feitor, fez tudo ao contrário) é o mesmo que se exige a um ministro da Educação em relação ao sistema escolar.


 


Nem no conselho de ministros Nuno Crato deve ter sido uma voz em defesa da escola pública; pelo contrário. Nuno Crato expôs a escola pública às barbarides, como foi exemplo flagrante a seguinte passagem de uma inenarrável entrevista "(...)Uma turma com 30 alunos pode trabalhar melhor do que uma com 15. Depende do professor e da sua qualidade(...)".













É evidente que o achamento-de-armazenamento-de-alunos atinge a educação especial. É o momento mais grave da delapidação da escola pública.


 


Contratar mais 1.000 professores, por exemplo, (o rendimento bruto anual de cada um andará entre os 18.000 e os 20.000 euros) resultará num investimento de cerca de 20 milhões. Este valor é uma migalha no meio dos biliões de corrupção, swaps incluídos e agora omitidos, e da fuga aos impostos para os paraísos como a Holanda. Mas aí não se toca. Como não se toca nas mordomias dos gabinetes ministeriais ou nos empregos para o pessoal dos aparelhos partidários esplhados pelos trezentos e tal concelhos do país.


 


 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

mais plano inclinado em 6.10 minutos

 


 


 


A campanha eleitoral em curso vai registando imagens comoventes. Desta vez registou-se o desespero de uma professora aposentada que já levou um corte mensal de 1000 euros.




O início do vídeo mostra o palco da acção de campanha. Lá se vêem mentores da fase inicial da saga de desrespeito pela profissionalidade dos professores. É impressionante como estas personagens tentam passar pelos pingos da chuva. O discurso público de desvalorização dos professores, associado ao inferno burocrático, levou à fuga com brutais penalizações de milhares de professores. Só que a fuga não proporcionou um qualquer descanso, uma vez que estava aberta a porta ao radicalismo ideológico.






quarta-feira, 21 de agosto de 2013

o movimento "Em defesa da escola pública no Oeste" estará no MEC amanhã

 


 


 


 


 


O movimento "Em defesa da escola pública no Oeste" será recebido amanhã no MEC para discutir os graves problemas da rede escolar das Caldas da Rainha, nomeadamente a relação público-privado. A TVI, ao que me informam, dará conta das conclusões da reunião e estará presente no local.


 


 


No facebook da Manuela Silveira, da comissão de representantes do referido movimento, pode ler-se o seguinte:


 


 


"Tendo em conta os problemas da rede escolar caldense, o movimento Em Defesa da Escola Pública no Oeste solicitou uma reunião ao secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. Esta reunião foi agendada para o dia 22 (amanhã), nas instalações da DGEstE. 

Caldas da Rainha é um dos concelhos onde são nebulosos os contornos da celebração e manutenção de contratos de associação com escolas privadas. Como já foi amplamente divulgado, os dois colégios vieram substituir uma escola pública, cuja construção estava prevista (na mesma zona onde foi construído um deles) e que não incluía ensino secundário. 
Construídos em 2005, com o apoio da autarquia, rapidamente (com a protecção dos responsáveis políticos locais e nacionais) subverteram o papel que a lei lhes atribui de oferta subsidiária da rede pública, tornando-se oferta concorrente. 
Um estudo da Universidade de Coimbra, realizado em 2011, defende a redução significativa de turmas no Colégio Rainha D. Leonor, colégio que, refere, se situa em perímetro urbano, em zona de influência de escolas públicas que estão em situação de subaproveitamento. 
Numa reunião com o movimento Em Defesa da Escola Pública (Agosto de 2011), o então vereador da Educação, Tinta Ferreira, afirma que este estudo não tem qualquer validade. E dá a conhecer que está a fazer um estudo rigoroso da situação da rede escolar caldense para apresentar esses dados numa futura reunião da DRELVT. 
Refira-se que a Carta Educativa do município das Caldas da Rainha, aprovada em 2006, nunca foi revista, tal como previsto em legislação própria. E de um Conselho Municipal de Educação, cuja existência se faz notar noutros municípios do Oeste, nas Caldas da Rainha pouco se sabe: parece que existe, mas não se reúne nem é chamado a intervir… 
Quando assistimos ao confronto das propostas de rede escolar, apresentadas em reunião de rede, com a realidade (número de alunos no concelho, processo de matrículas, turmas/cursos autorizados ou não autorizados, gestão de recursos físicos e humanos, etc), não podemos deixar de pensar que a gestão da rede escolar é feita num mundo virtual, que não encontra correspondência na realidade. E que lhe são indiferentes os dados concretos que deve ter como referência: alunos e recursos disponíveis. E, já agora, a estrita observância do dispositivo legal a que deve obedecer. 
No caso das Caldas da Rainha, não se sabe que estudos ou que reavaliações da rede escolar têm sido feitas. Mas a realidade da rede escolar diz-nos que, se existem, as conclusões terão surgido primeiro. E não têm grande apreço pelos recursos públicos. 
O movimento Em Defesa da Escola Pública no Oeste (assim como todos os cidadãos e contribuintes que zelam pelo interesse público) continua a aguardar o fundamento do ponto 3 da minuta do contrato de associação celebrado ( e que será renovado) com o Colégio Rainha D. Leonor: “foi autorizada a realização da despesa correspondente à renovação do contrato de associação” com o CRDL, “situado no concelho de Caldas da Rainha, em zona carecida de escolas públicas”."







quinta-feira, 15 de agosto de 2013

de incompetência em incompetência

 


 


 



 


 


MEC publicou as listas de uma das sagas mais incompetentes a que assisti. As listas dos professores com horário zero é mais uma tortuosa incompetência acrescentada ao desvario semelhante ocorrido no ano anterior. E nem interessa muito se são mais ou menos desta vez. Tenho ideia que a coisa conseguiu piorar com a publicação de listas datadas dos finais de Julho de 2013 e que estão gravemente desactualizadas. Não adianta argumentar com a justeza da optimização da colocação de professores de acordo com as necessidades das escolas. O que estamos a assistir é um clamoroso desprezo por três valores preciosos: planeamento, organização e respeito pelo conhecimento (neste caso, pela escola pública e pelos seus professores).


 


Isto não é próprio de uma sociedade moderna e os episódios Kafkianos que estão a ocorrer têm origem numa traquitana que vive num caos administrativo e organizacional. É evidente que o fanatismo ideológico deste Governo tem uma elevada cota de responsabilidade e também não é desprezível a queda da Aliança Democrática para o caos concursal e para a incomodidade com os fenómenos numéricos. Até pode ser redundante o que vou escrever, mas só me sai uma expressão: demitam-se, pá!


 


 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

e o problema é que não é só a direita

 


 


 





 


"A direita continua a odiar a escola pública" é o titulo da crónica de José Vítor Milheiros que termina com o parágrafo que escolhi para imagem. Mas o grave desinvestimento que se está verificar na escola pública não tem sido perpetrado apenas pela direita e isso é que é ainda mais preocupante.


 


Há muita gente de esquerda, aquela esquerda que viveria sem qualquer incómodo na ditadura e que se habituou a depenar o Estado através dos aparelhos partidários, que tem um ódio "de direita" só que mais secreto. Há ainda uma esquerda "aristocrata", mais adepta de fundações e de outras benesses ilimitadas, que não podemos dizer que viveria sem problemas na ditadura, mas que revela, e também em segredo, um profundo desprezo pelo povo em simultâneo com o mais ávido desejo pela vida dos salões que dão acesso às oligarquias.


 


Este conjunto, que vive da oportunidade e em grande parte do chico-espertismo, jamais perdoará o financiamento dos impostos que fez da "escola pública, em Portugal e no mundo, o mais bem sucedido empreendimento humano, tendo sido central no combate à ignorância, à pobreza e à injustiça e na construção da democracia, da cultura e da ciência modernas(...)". Quando muito, usarão argumentos semelhantes, em campanhas eleitorais, por exemplo, que esquecerão no momento seguinte.


 


 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

não somos a grécia e os fundos de greve

 


 


 


 


 


"Não somos a Grécia", sentenciou Passos Coelho mal foi eleito. Nessa altura, a Europa impressionava-se com o regresso da troca de produtos entre os gregos. "Dás-me um quilo de arroz que eu dou-te um de açúcar", era um exemplo do anunciado descalabro austeristarista na Grécia.


 


Os professores portugueses, numa comovente e quase heróica sequência de acções de luta, organizam fundos para ajustarem os prejuízos das greves às avaliações que completaram hoje duas semanas com uma adesão próxima dos cem por cento. Estão que nem gregos. Há vários modelos de fundo de greve. Há quem se financie em cada reunião escolhendo os escalões mais baixos de vencimento, há quem organize um fundo que pagará mais tarde aos grevistas e já se constroem modelos para os tempos que se avizinham e até com a participação de quem não tem serviço objecto da contestação. Do que tenho presenciado, é tudo feito com uma contida revolta e com a tristeza patente nos olhares.


 


É uma pena que essas reuniões, ao contrário de outras, não sejam gravadas. Deviam ser e depois divulgadas em simultâneo com as silenciadas das mesas de negociação e com direito a comentários dos governantes que se têm sucedido sempre com a promessa eleitoral de prioridade à Educação.


 


 


 


 

sábado, 8 de junho de 2013

relações

 


 


 


 


Na primeira página do Expresso as notícias relacionam-se. Uma segunda legislatura de Passos requer um investigação científica à nossa senhora de Fátima, os turistas desviados da Turquia compensam a emigração de Bava e explicam finalmente a sugestão prospectiva do ainda primeiro-ministro que não contava com a revolta dos professores.


 


 



 


 


O que se espera mesmo é que as duas próximas notícias não se relacionem. O apelo de Passos é tão imberbe, mais parece que está a gozer, que se deve temer se não há qualquer relação com o jeito tradicional da FNE para sei lá o quê. Só faltava que esta central sindical também não percebesse a séria dimensão da revolta dos professores.