Se Portugal é o país europeu com maior aumento de licenciados na área das ciências (segundo um relatório da rede Eurydice sobre o ensino das competências chave na Europa, divulgado esta segunda-feira, e que dá conta que a percentagem passou de 17 para 25 entre 2001 e 2010) é porque o sistema escolar de 1990 a 2005 teve um desempenho de elogiar (até porque os indicadores de excelência também estão mais do que certificados). Já se sabe que Lurdes Rodrigues e Nuno Crato dirão que são alunos nascidos depois de 2005.
Se somarmos as políticas de Lurdes Rodrigues aos achamentos essenciais de Nuno Crato, teremos motivos para desejarmos o céu ou o inferno. Tenho ideia que vamos mais a caminho do segundo. Se não invertermos a rota, os números do futuro próximo mostrarão um país em franca regressão.
A notícia tem também um lado cómico quando mediatiza o eduquês I contra o eduquês II:
"(...)Segundo o relatório, na última década todos os países procederam a revisões do currículo educativo com vista a aproximá-los dos conceitos de competências-chave. Em Portugal, uma das primeiras medidas do actual ministro Nuno Crato foi, pelo contrário, o de revogar o documento que desde 2001 norteava ao ensino básico, pondo fim ao conceito das chamadas “competências essenciais”.(...)"
que par...
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