Em 2005, a Alemanha ultrapassou os 3% de défice e enfrentou a grave crise financeira com a redução dos horários de trabalho (para atenuar o flagelo do desemprego) e com cortes salariais que tenho ideia que chegaram aos 17% para todos.
Segundo ouvi ontem, a Auto-Europa reconhece que tem trabalhadores a mais e encomendas a menos e resolveu parar onze dias para evitar despedimentos depois de já ter utilizado reduções do horário de trabalho.
O Governo português faz questão de realizar o inverso e parece ter entrado em rota de total desgovernação.
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