O modelo hiperburocrático, brutalmente injusto e inaplicável de avaliação de professores inventado no consulado de Lurdes Rodrigues deixou marcas profundas.
O descrédito deste tipo de modelos associado à ideia de "escolher" os professores como troféu para o ciúme social criou uma atmosfera que nunca encarou de vez o ponto final do desmiolo.
Há anos que se assiste à teimosa simplificação do que nunca o será. A culpa é apenas do MEC? Não. Há demasiada gente no terreno que colabora activamente a começar pelo inenarrável Conselho de Escolas.
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