Os últimos dois ministros da Educação, excluindo Isabel Alçada, exibiram números para indicadores macro como se fossem uma espécie de CEO do MEC e brilharam de tal forma no mainstream que MLR até foi premiada com a FLAD e para espanto de quem conhece o sistema escolar.
Até um razoável CEO está atento ao decisivo estado emocional dos colaboradores (desculpem o palavrão, mas é para repetir o léxico de quem designa as pessoas como recursos).
Quem conhece o terreno do sistema escolar, sabe do estado de desesperança que se apoderou dos seus profissionais com a torrente de informação contraditória também originada pelo desmiolado relatório FMI. Alguns indefectíveis do actual CEO do MEC desdobram-se nas acusações de alarmismo dos sindicatos.
Não seria, portanto, razoável que um CEO que se prezasse viesse reforçar o que disse há uns poucos meses quando negou a possibilidade de mobilidade dos professores?
Paulo, é importante contextualizar temporalmente as declarações de Crato. O Ministro referia-se a 2012/13. Agora há que saber como vai ser em 2013/14 e aí sim poderá haver novidades nos concursos.
ResponderEliminarÉ bom que se saiba o que o MEC pretende fazer no próximo concurso e só depois das intenções do MEC estarem bem definidas, avançar para o protesto se assim tiver que ser. Protestar com base em boatos não me parece o mais correcto.
Não Pedro. Crato, e o SE tb, disse que os professores do quadro nunca irão para a mobilidade.
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