Importamos mais de dois terços do peixe que consumimos, somos o terceiro país do mundo no seu consumo e não nos devemos admirar com o estado das nossas finanças.
Vivemos de costas para o mar, temos uma relação difícil com a gestão do território e das organizações, mas damos passos que combinam as duas variáveis: lançamos ao mar as nossas escolas com a criação de escalas organizativas que não combinam com nenhum dos mais de quarenta quadros de divisão administrativa (o que seria razoável e moderno era que existisse um).
Os professores estão anestesiados. Na maioria dos casos encolhem os ombros ou convencem-se que será apenas uma mudança de chefias. Não tarda e começaremos a ver o resultado de tanta água.
Já usei parte deste texto noutro post.
Precisávamos de um novo Mouzinho da Silveira!
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