domingo, 13 de janeiro de 2013

fazer

 


 


 


Fazer bem exige boas ideias (com princípio, meio e fim), trabalho e tempo. São raríssimos os exemplos de geração espontânea. Uma das causas do nosso atraso é que quase que só somos bons a apagar, e a atear, fogos.

3 comentários:

  1. "Uma das causas do nosso atraso é que quase que só somos bons a apagar, e a atear, fogos."

    Tendo a discordar ligeiramente, Paulo.

    Acrescentaria à lista o censurar opiniões.

    Por isso, e apesar de algumas discordâncias, neste seu espaço posso escrever algumas dessas discordâncias sem ver os meus comentários censurados.

    Porque o Paulo não pertence aos "atrasados" que refere. Pode não gostar especialmente dos comentários, mas não os elimina tout court, nem ofende.

    Por isso, sem o conhecer, respeito-o.

    Um bom domingo.

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  2. Bem sei que ao escrever nosso atraso não estou a ser justo com milhões de portugueses. Mas quando se faz posts curtos corre-se o risco de deixar de fora muitas coisas. Isso gera equívocos; sei bem.

    Obrigado e bom Domingo também.

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  3. Nesses raríssimos exemplos de geração espontânea, eu penso que se poderão incluir aqueles ex-coordenadores de mega departamentos, que «FIZERAM O BEM», porque tiveram essa boa ideia(com os tais pressupostos acima mencionados), de irem avaliar colegas de outros grupos para os quais não possuem habilitação académica nem habilitação profissional, só pelo fato deles terem a expetativa de acesso ao muito bom e ao excelente.
    Nos tempos áureos da MILU e no auge do seu protagonismo, numa tertúlia de café foi perguntado a um «exemplar dessa espécie», se poderia viver sem esse prestigioso cargo.A resposta foi«SIM PODIA VIVER SEM SER COORDENADOR,MAS NÃO ERA A MESMA COISA».
    Ainda hoje estou para saber se alguma operadora de televisão por cabo, lhe interpôs alguma ação judicial alegando PLÁGIO do seu anúncio!

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