Quem tem os pés assentes na terra compreende a importância do regresso de Portugal aos mercados. Era um objectivo difícil que foi atingido com cortes a eito e muito à custa dos professores, como foi mais do que comprovado. Nada de extraordinário para uma maioria absoluta escudada na troika e que se vangloriava de estar para além disso. O tempo e a história lá se encarregarão de julgar o que estamos a viver.
O que se perdeu no país levará anos a recuperar, uma vez que os sacrificados do costume taparam as crateras da banca, das ppp´s e afins.
Os professores têm motivos para desconfiar. A agenda mediática das últimas semanas foi preenchida com a intenção de cortar ainda mais na Educação e com este sector no lugar cimeiro dos escolhidos. Quem governa não pode ficar impune com o sofrimento que impôs.
Ter os pés assentes na terra não impede que se olhem as estrelas.
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É verdade.
ResponderEliminarTemos razões para desconfiar, mas também temos o dever de, além de criticar e protestar, apresentar alternativas credíveis...
Quem governa que faça. Compete-nos criticar, ou não? A crítica é essencial, os professores estão há anos a criticar com alternativas.
ResponderEliminarnão impede
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