terça-feira, 22 de janeiro de 2013

não impede

 


 


 


 


Quem tem os pés assentes na terra compreende a importância do regresso de Portugal aos mercados. Era um objectivo difícil que foi atingido com cortes a eito e muito à custa dos professores, como foi mais do que comprovado. Nada de extraordinário para uma maioria absoluta escudada na troika e que se vangloriava de estar para além disso. O tempo e a história lá se encarregarão de julgar o que estamos a viver.


 


O que se perdeu no país levará anos a recuperar, uma vez que os sacrificados do costume taparam as crateras da banca, das ppp´s e afins.


 


Os professores têm motivos para desconfiar. A agenda mediática das últimas semanas foi preenchida com a intenção de cortar ainda mais na Educação e com este sector no lugar cimeiro dos escolhidos. Quem governa não pode ficar impune com o sofrimento que impôs.


 


Ter os pés assentes na terra não impede que se olhem as estrelas.


 


 


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3 comentários:

  1. É verdade.
    Temos razões para desconfiar, mas também temos o dever de, além de criticar e protestar, apresentar alternativas credíveis...

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  2. Quem governa que faça. Compete-nos criticar, ou não? A crítica é essencial, os professores estão há anos a criticar com alternativas.

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