segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

devassados (2)

 


 


 


 


Há dias escrevi assim:


 




"Os professores são, de longe, a profissão mais devassada em Portugal. Há seis anos que o quotidiano é marcado pela sua avaliação, pelo que ganham, pelas horas que leccionam, pelo que deixam de ensinar, pelos privilégios e pelos despedimentos. São os primeiros culpados pelo estado da nação. Ainda no ano passado se confrontaram com um despedimento colectivo de 10000 pessoas e parece que nada aconteceu.(...)"






Ontem, o DN prolongou a saga com uma exposição detalhada das reformas dos professores. Espera-se a das restantes profissões. Tem uma conclusão risível (embora o título acabe por vender mais): a maioria dos reformados do MEC são professores (deveriam ser o quê?).




Maioria dos reformados é professor do básico e secundário


"A maioria dos reformados do Ministério da Educação e Ciência é professor do ensino básico e secundário e recebe, em média, uma pensão de dois mil euros, metade do valor atribuído aos professores catedráticos.(...)"



4 comentários:

  1. Bem feito!; tivessem ido para médicos, especialistas, de preferência: vencimento no público (ainda que não muito elevado) garantido; trabalho efectivo (que deveria ter sido realizado no público) no privado pago a peso de ouro mas comparticipado pelo ,erário público.
    Limpinho!
    E siga a banda, que ninguém se importa com vacas sagradas.

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  2. Conheço pouco dessa realidade, mas somos um país com coisas muito estranhas.

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  3. Tão estranhas como um quadro de vários médicos especialistas no público conseguirem atender num ano menos de 20 doentes de uma lista de espera de meses...

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