domingo, 10 de fevereiro de 2013

vagas e marés

 


 


 


No momento em que se anuncia uma segunda vaga devastadora da escola pública, os defensores do que resta dessa conquista da democracia respondem com uma maré. A da Educação está em marcha e o 2 de Março de 2013 promete. É um duelo desigual, sabemos isso, mas já existiram outros igualmente desequilibrados e em que as marés surpreenderam.


 


 


13 comentários:

  1. Outra vez aqui, Paulo!

    Este teu post tem a ver com o post anterior, o do Facebook, e com as palavras escritas que por lá trocámos sobre o pensamento livre, a busca pelo mesmo, o não a preconceitos e a dogmas, o sim à liberdade e por aí fora.

    A questão que te coloco é esta: sabendo-se que existem mais manifestações e concentrações marcadas para 16 de Fevereiro e para 15 de Março e sendo que os objectivos de qualquer uma delas é o mesmo, porquê não as mencionar também?

    Porquê?

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  2. Francamente: este post nada tem a ver com isso. Escrevi-o ontem e temporizei-o para hoje, porque vou estar uns dias fora da rede.

    Não vou divulgar tudo o que me enviam, por email ou doutro modo, porque não fazia outra coisa.

    Que me recorde, manifestações de professores divulguei-as todas. Greves também e até vigílias e outras coisas mais.

    Um pouco de humor: vou começar a cobrar pela divulgação de coisas institucionais: partidos, sindicatos e por aí fora. Como é só a Fenprof que se mexe no caso dos professores, e como sou sindicalizado no SPGL, vou, ao menos isso, exigir uma redução no valor da cota.

    Aprecio, como se sabe, as movimentações de cidadãos e interesso-me pela Web 2.0.

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  3. Paulo,
    estarei no dia 2 de Março a juntar a minha presença a todos os que lá estiverem.
    Lamento que nem todos os que irão dizer presente no dia 2 de Março tenham sido capazes de o fazer no dia 26 de Janeiro, tal como provavelmente também não o farão a 16 de Fevereiro ou a 15 de Março. Felizmente sei que não será o teu caso.
    Se é verdade que a maré que vai derrubar o governo precisa de cada gota, que somos nós, para se transformar num oceano de descontentamento e revolta, não consigo perceber que tanta gente se ponha a seleccionar as marchas em que participa, em vez de ir a todas.
    Mas isso deve ser o "meu sectarismo" a perturbar-me o raciocínio.
    Abraço.

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  4. Peço desculpa pela intromissão.
    Gostaria de colocar uma "dúvida", para quem quiser e puder responder: não consigo perceber que tanta gente se ponha a organizar e marchas para os outros participarem, em vez de se juntarem numa única e enorme que pareça mesmo um oceano onde caibam todas as gotas...
    Será que há umas "gotas" mais sectárias do que outras ou sê-lo-ão todas?
    Há mesmo águas imiscíveis. E tudo isto é, às vezes, demasiado turvo...
    Obrigado.

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  5. De um lado há união; do outro há desunião.

    Penso que, do lado da desunião, o problema é a busca do "pensamento livre".

    Por outro lado, não sei se a "desunião" é forçosamente algo de errado.

    Olha-se para o maior partido da oposição e aquela coisa da "união" torna-se enjoativa do género - nem o paizinho morre nem a gente almoça.

    Que tudo isto é turvo, é.

    Mas pode tornar-se um desafio ao pensamento das gentes.

    Agora falta-me 1 café que isto do pensamento está um bocado retardado...

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  6. Se calhar é mais fácil descobrir um cisco no olho do vizinho do que o argueiro no seu próprio olho ou, dito de outra forma, há quem seja rotulado de sectário embora deseje e se esforce por conseguir a unidade na acção, ao mesmo tempo que há quem encha a boca com a unidade mas não esteja disposto a mudar um milímetro o caminho que percorre há anos, escondendo ideias em gavetas e atirando com esqueletos para dentro de armários...

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  7. A mim interessa-me sobretudo que não haja quem tente impingir a imagem e a ideia de que tem mais legitimidade do que os outros para marchar ou, pior do que isso, pôr os outros em marcha...

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  8. É. Cada um enfie a carapuça que melhor lhe servir...

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  9. É.

    A este propósito não posso deixar de me lembrar de tantos movimentos que surgiram por alturas de M. de Lurdes Rodrigues.

    Por onde andam?

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  10. Bom dia a todos.

    Estou na rede apenas com um dispositivo móvel que permite postar sem formatar e meti este post no facebook.

    Concordo com o Carlos e com as suas preocupações: já vi este tipo de divisões. Fui ao arquivo e republiquei um post de 2008 para as 13h05.

    Por favor, não me "engavetem". Respeitem as minhas provas dadas e desculpem a imodéstia. Esta independência já me custa umas coisitas na vidinha ( divirto-me Qb ) que posso ser poupado à repetição ou a ter de defender o que não me compete. E até de algumas insinuações.

    E depois não se esqueçam que é carnaval.
    Espero que haja união no essencial.

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