Encontro um assunto interessante noutro blogue, faço um post com um comentário inicial e a respectiva ligação, temporizo a publicação para outra altura e esqueço-me. Quando o reencontro está, por norma, desactualizado e, como aconteceu hoje, é publicado na versão rascunho; peço desculpa.
Em 25 de Julho de 2012 li uma discussão sobre o pós-Nuno Crato.
Talvez nem se acreditasse que o ministro se mantivesse tanto tempo nas funções. À medida que o tempo passa, o legado resume-se assim: achamentos curriculares, desconhecimento aflitivo do "terreno" e completa cedência a um mundo da finança (já deve estar baralhado também aí com as falhas comprovados dos "génios" financeiros que o tutelaram) que esburaca o regresso a um abandono escolar imprevisível há poucos anos. O retrocesso civilizacional que se acentua nas humanidades e nas artes já não passa despercebido.
Na altura, comentei mais ou mesno assim essa espécie de depois:
"É uma discussão importante. O ruído estabelece-se por causa da inevitável fulanização. Defendo que o back to basics consiste na eliminação da má burocracia e do rol de inutilidades que foram tirando o oxigénio às escolas portuguesas há mais de uma década. Para ser mais detalhado, direi que isso não está ao alcance de info-excluídos (só isto dava para imensos caracteres)"
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