Eu não acredito nada nisto e desconfio muito deste jornalismo sensacionalista que generaliza os casos como se uma árvore fosse uma floresta. Provavelmente, esta jornalista conhece meia dúzia de casos em que os pais, por saberem as dificuldades das suas crianças e, quem sabe, neglicenciarem o seu acompanhamento ao longo do ano, estão agora numa de aflição, julgando remediar com dinheiro aquilo que ficou para trás, até para exorcizarem os seus males.
Nuno Crato há-de regozijar-se com esta notícia, convencido que incutiu o seu "rigor" na generalidade dos portugueses, desde tenra idade, assim, logo às primeiras, com uma prova de exame de 4º ano a valer 25%, ou seja, sem qualquer repercussão na avaliação final dos alunos. Está aqui está a dizer que o ensino público não consegue dar resposta às exigências de rigor necessárias a um ensino de qualidade, nem às expectativas dos pais, daí que seja melhor apostar no ensino privado, até porque é muito mais barato e estamos em crise. Já nem consigo rir com tanta trafulhice descarada, de tal modo se vulgarizou.
[Acrescento que, no meu prédio, existe um centro de explicações (muito prestigiado nesta cidade), onde, todos os anos, desde Setembro, há um constante corrupio de crianças e jovens que o frequentam como "Estudo Acompanhado", para fazerem os trabalhos de casa por exemplo, depois do horário escolar e enquanto os pais não podem vir buscá-los. Há sempre muitas crianças do 1º Ciclo, pois são essas que, normalmente, inspiram mais cuidados aos pais, por serem demasiado pequenas para se orientarem enquanto eles não as recolhem. Mas o fluxo de crianças é mais ou menos regular, sobretudo a partir de Janeiro.]
Eu não acredito nada nisto e desconfio muito deste jornalismo sensacionalista que generaliza os casos como se uma árvore fosse uma floresta.
ResponderEliminarProvavelmente, esta jornalista conhece meia dúzia de casos em que os pais, por saberem as dificuldades das suas crianças e, quem sabe, neglicenciarem o seu acompanhamento ao longo do ano, estão agora numa de aflição, julgando remediar com dinheiro aquilo que ficou para trás, até para exorcizarem os seus males.
Nuno Crato há-de regozijar-se com esta notícia, convencido que incutiu o seu "rigor" na generalidade dos portugueses, desde tenra idade, assim, logo às primeiras, com uma prova de exame de 4º ano a valer 25%, ou seja, sem qualquer repercussão na avaliação final dos alunos.
Está aqui está a dizer que o ensino público não consegue dar resposta às exigências de rigor necessárias a um ensino de qualidade, nem às expectativas dos pais, daí que seja melhor apostar no ensino privado, até porque é muito mais barato e estamos em crise.
Já nem consigo rir com tanta trafulhice descarada, de tal modo se vulgarizou.
[Acrescento que, no meu prédio, existe um centro de explicações (muito prestigiado nesta cidade), onde, todos os anos, desde Setembro, há um constante corrupio de crianças e jovens que o frequentam como "Estudo Acompanhado", para fazerem os trabalhos de casa por exemplo, depois do horário escolar e enquanto os pais não podem vir buscá-los. Há sempre muitas crianças do 1º Ciclo, pois são essas que, normalmente, inspiram mais cuidados aos pais, por serem demasiado pequenas para se orientarem enquanto eles não as recolhem. Mas o fluxo de crianças é mais ou menos regular, sobretudo a partir de Janeiro.]
Obrigado Ana.
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