Que algumas questões relativas a Portugal carecessem da aprovação do parlamento europeu até podia ser aceitável. Mas do parlamento alemão? Mas afinal o que é que o nosso parlamento tem de aprovar relativamente à possibilidade de vida dos outros países?
Esse é o problema.
ResponderEliminarAs decisões fundamentais da Europa, não passam nem pela comissão nem pelo parlamento, mas sim pela conferência de ministros dos diversos governos, neste caso, de ministros das finanças que terão de se pôr de acordo, já que não têm nenhuma regra de maioria para decidir.
O parlamento alemão terá de estar de acordo com a posição que o ministro vai defender na dita reunião.
A reunião de Dublin foi intergovernamental. As suas decisões têm que ser confirmadas pelos governos. O governo alemão pôs à sua decisão à consideração do seu parlamento.
ResponderEliminarA maioria dos outros governos assinarão por baixo sem problemas. Só os contribuintes líquidos para a união interessam de facto e a Alemanha é o maior deles.
Digo: a sua decisão.
ResponderEliminarObrigado Luís. Estes teus comentários proporcionam um interessante debate.
ResponderEliminarOs ministros das finanças assinam por baixo e o da Holanda, presidente do Eurogrupo, teve esta semana um percalço que é sei lá o quê.
Bem observado, Redes.
ResponderEliminarConcordo.
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