Encontrei um professor já reformado com quem conversei muitas vezes sobre o modelo de gestão escolar de Maria de Lurdes Rodrigues. Discordávamos, embora compreendesse que alguma da sua argumentação se fundamentava na militância partidária, já antiga, e no consequente exercício de funções publicas. Havia, digamos assim, a defesa de um Governo em queda acentuada.
Reencontrei-o há dias. Continua no exercício político, agora mais de âmbito local, e integra um conselho geral de um mega-agrupamento. A primeira coisa que me disse fez-me sorrir: "Este modelo de gestão transporta para dentro das escolas o pior da política partidária. Precisa de ser mudado".
Agora a culpa é só dos "meninos" deste governo de fanáticos, querem ver. O Sócrates e essa sinistra são doentes e tinham acólitos.
ResponderEliminarPois... Já vai sendo tarde.
ResponderEliminarSó estando lá...
Será de Peniche?
ResponderEliminar"Era uma vez….
Era uma vez uma escola do Oeste.
Era uma vez um Conselho Geral de uma escola que votou, segundo a lei, e não reconduziu o(a) director(a).
Era uma vez um(a) director(a) que ao tomar conhecimento da não recondução marcou uma reunião geral.
Era uma vez uma reunião geral onde alguns mostraram não saber o que são decisões democráticas, mas foram apoiados pelo(a) director(a).
Era um vez um grupo de alunos que, atendendo ao pedido, recolheu assinaturas e lançou boatos tentando descredibilizar uma decisão democrática e legítima.
Era uma vez um concelho onde os interesses instalados tentam sobrepor-se….
Era uma vez…"
Tinham.
ResponderEliminarJá vai sendo tarde, concordo.
ResponderEliminarTenho ideia que não é difícil concluir que tem de ser mudado e talvez por isso de encontre muitas pessoas com a mesmo opinião.
ResponderEliminarEscrevi muito sobre isso em 2009. Infelizmente, o tempo confirma-o.
Tenho ideia que não é difícil concluir que tem de ser mudado e talvez por isso se encontrem muitas pessoas com a mesmo opinião.
ResponderEliminarEscrevi muito sobre isso em 2009. Infelizmente, o tempo confirma-o.