Não somos a Grécia, foi uma das primeiras afirmações do primeiro-ministro depois de eleito e quando afirmava o seu fanatismo ideológico para além da troika. Senti vergonha, francamente que senti.
A sucessão lamentável de episódios indizíveis saídos dos conselhos de ministros tem a escola grega actual: dizemos que sim à troika para que venha o financiamento e depois logo se vê.
Quem diria.
O gaspar esté de partida para a comissão europeia, vai continuar a tramar-nos se a europa não mudar de vez de políticas.
ResponderEliminarTranche a tranche a ver a vida a passar. Mais um passo na "recuperação", menos um passo para um futuro que não seja uma miragem ou um pesadelo... Impressionante como os pec parecem agora tão longínquos quando tão pouco tempo passou. Diz-se que a esperança é a última a morrer, mas ninguém avisou que, antes disso, ela é metodicamente atordoada.
ResponderEliminarCenas da fantochada em que alguns saem com os bolsos cheios, enquanto o país se afunda na miséria. É o pão nosso de todos os dias
ResponderEliminarObviamente, a bem da nação.
ResponderEliminarApelo à união.
Lá isso.
ResponderEliminarQue tempos.
ResponderEliminar:) :)
ResponderEliminarObrigado Ana.
ResponderEliminarGOVERNO PARA A RUA!!! ONTEM JÁ ERA TARDE!!!!
ResponderEliminarMuito meritória a atuação desta associação. Os mais velhos a darem uma lição de civismo aos mais novos.
ResponderEliminarParabéns pelo excelente blog, pela sua coragem e por tudo o que tem feito.
ResponderEliminarConcordo e obrigado pelos parabéns.
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