domingo, 12 de maio de 2013

quem?

 


 


 


 


 


Se há quem classifique como "crueldade" (e outras coisas mais, claro) a atitude de Passos Coelho em relação aos pensionistas, não se ergue uma voz (mainstream e por aí) em defesa dos funcionários públicos. A ameaça de despedimento sem qualquer subsídio pode ser maquiavélica, inconstitucional e ter fins tacticistas e negociais, mas merecia a indignação dos que acreditam que ainda estamos em democracia e que a totalidade não se rege pelo estado de excepção.


 


Este Governo não se cansa de emitir sinais que desrespeitam os funcionários públicos e a própria democracia. Passos Coelho, que andou por empresas "encostadas" ao Estado numa lógica de "benesses do aparelho", é primeiro-ministro e um dos primeiros na hierarquia do Estado. Mesmo que exerça o cargo por pouco tempo, não deve dizer que não é funcionário público. Gaspar, o tal que sublinha que não foi eleito coisíssima nenhuma, prepara-se para ser premiado como comissário europeu. São os empreendedores da tragédia e com uma soberba que só se pode fundamentar na ideologia e numa grande dose de atrevimento.

10 comentários:

  1. Os sindicatos vão tentando mas por cada iniciativa recebem milhares de críticas.

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  2. Entendimentos e acordos? Ou são caravanas para mostrar ao povo as habilidades da escola pública? Tende alguma vergonha.

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  3. Ouvi uma voz, há dias, a denunciar o ataque feroz aos funcinários públicos: Bacelar Gouveia.

    Ah, pois, vem já por aí gente dizer que é porque ele também o é...

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  4. o gaspar pode ir de bolandas antes disso o passos coelho que regresse às "empresas" para saborear o custo da austeridade

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  5. A história recente não ajuda os sindicatos e isso não é bom.

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  6. O Portas fez o número habitual.

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  7. Rui Rodrigues, Amadora12 de maio de 2013 às 21:05

    O contorcionista Portas faz mais um número na terça-feira.

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