Se a crise principal da política é a encenação do futuro, talvez não fosse má ideia regressarmos a 2011 e fazermos uma caminhada sem o fanatismo ideológico vigente. É que, acima de tudo, havia a hipótese de não se aplicar uma austeridade desastrosa para além da troika.
A encenação do medo é sempre um sinal de fraqueza e Passos Coelho confirma-o.
Regressemos sem qualquer problema. A legitimidade deste desgoverno tem a força das mentiras da campanha eleitoral de há dois anos.
ResponderEliminarBem observado Apre, se me permite.
ResponderEliminarObrigado pela sugestão.
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