quarta-feira, 19 de junho de 2013

chegámos ao nosso limite?

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

4 comentários:

  1. João
    A tua cultura humanística, que sedimentou a tua estirpe moral, mais a acrisolando, estão bem presentes nesta curta entrevista, mais significativa. Pessoas como tu só enobrecem a profissão docente: competência profissional, compromisso com a educação dos teus alunos, consciência da importância da escola pública enquanto matriz do Estado de Direito, determinação no combate a todas as traições, venham elas de onde vierem... É de homens da tua estirpe que o mundo precisa.
    Parabéns pela entrevista e pelo que dizes.
    Com amizade, sou o Vasco Tomás

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  2. Ó Vasco, já me deixaste sem palavras. Tivesse eu um décimo dessas qualidades que já seria um cidadão de excepção.

    Falta-me muito para chegar ao patamar onde me colocas.

    Bem-hajas!

    Um abraço solidário.

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  3. Para quem ainda não esteja bem dentro dos motivos da greve
    MOBILIDADE ESPECIAL II



    O que poderá acontecer a um professor na carreira, com a nova proposta do governo para o chamado regime de «requalificação»:



    Julho de 2013 – é declarado horário-zero.

    1 de setembro de 2013 – fica em reserva de recrutamento para DACL

    1 de Janeiro de 2014 – colocação em mobilidade especial, com um corte no vencimento de 33,4 % (1/3 do vencimento)

    1 de Julho de 2014 – corte no vencimento passa a ser de 50 %

    31 de Dezembro de 2014 - despedimento

    1 de Janeiro de 2015 – candidatura a ofertas de escola. Caso obtenha colocação, o salário passa a ser calculado pelo índice 151 (= 1373, 13 euros – valor ilíquido, logo, sem descontos, que são muito elevados - e excelente estratagema para reduzir "legalmente" os salários mais elevados...)

    Maio de 2015 – candidatura a contratação para o ano letivo 2015-2016.

    Setembro de 2015 – colocação em contratação anual ou reserva de recrutamento e candidatura a ofertas de escola (nenhumas).

    Abril 2017 – vai a concurso nacional, como candidato externo (ou seja, já não há nenhum vínculo laboral com o ministério da educação).

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