Já ouvi Nuno Crato e Passos Coelho pedirem, por favor, aos professores "efectivos" que não tenham turmas para leccionarem nas "escolas do lado".
É evidente que se os cortes a eito acabaram com disciplinas, reduziram a oferta noutras e aumentaram o número de alunos por turma e os horários dos professores, será muito difícil os professores com horário zero acederem ao ternurento pedido já que as "escolas do lado" estão em situação semelhante.
Nas Caldas da Rainha, que é o local que conheço melhor, é ainda mais difícil retribuir a simpatia. As escolas da cooperativa GPS não colocam, como se comprometeram em reunião de rede escolar, os professores com horário zero e contratam professores, ao que me dizem, em regime de "amiguismo". São muitos os que dizem, e com razão, que cooperativas de ensino com estas regras eram "impossíveis" em qualquer país europeu.
É evidente que os professores nada têm a ver com isso. São todos vítimas: quem fica com horário zero e quem lecciona na cooperativa. Só que é muito diferente ser colocado por concurso público nacional e transparente ou no regime descrito. E isso faz crescer a onda de indignação com o espectro do desemprego e em todos os professores.
Em Coimbra é igual ou pior...
ResponderEliminarIgual em Guimarães.
ResponderEliminarO meu irmão tem 26 anos de serviço e esteve com horário. Nas duas escolas da cooperativa contratam professores por serem amigos ou primos dos vereadores do Partido Socialista.
Em Guimarães é isto que acontece.
Obrigado Vanessa.
ResponderEliminarObrigado Ana Rita.
ResponderEliminarNazis.
ResponderEliminarHá outro termo que os designe?
Não parece.
ResponderEliminarContinuamos na "república das bananas". Até quando?
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