Os aumentos no número de alunos por turma e nos horários de professores, a revisão curricular e as agregações de escolas baixaram a qualidade do ensino, colocaram em perigo os nossos avanços na eliminação do abandono escolar e provocaram milhares de horários zero.
Se os cortes a eito ficarem intocáveis, e mesmo que o Governo ceda na antecâmara do despedimento de professores, a ideia de "mobilidade especial" regressará com esta ou com outra maioria e o nosso atraso educacional reforçar-se-á. Terão de ocorrer significativas mudanças políticas para que o sistema escolar português recupere uma estratégia de desenvolvimento.
Não leio em lado nenhum que as grevas à avaliação são apenas nos anos com exames. Em todos os anos é que era, ninguém sabia se passava, não havia matrículas nem mudanças de escola e mais tudo o que se possa imaginar. Não percebo, gostava de ser esclarecida.
ResponderEliminarPaulo, se fossemos ricos podíamos reduzir o número de alunos por turma, continuarmos com todas as escolas nas vilas e aldeias e termos todas as disciplinas em todos os ano de escolaridade. Assim, teríamos sucesso quase garantido e colocação para todos os professores...
ResponderEliminarMas, não somos ricos. Estamos a tentar sair da bancarrota. Lembre-se disso...
Por isso, temos que nos aguentar com o que temos. E, na Educação, o que temos é de aproveitar todos os professores do quadro...
Vou tentando esclarecer isso Rute. Obrigado.
ResponderEliminarIsso é populismo Pedro. Nunca existiu sequer o que dizes no primeiro parágrafo.
ResponderEliminarComo se sabe, alguns cortes foram ideológicos a exemplo dos para além da troika.
Podíamos aproveitar todos os professores sem colocarmos em causa a qualidade do ensino e o abandono escolar. Termos mais alunos na turma e depois "inventarmos" actividades para outros professores? É apenas um exemplo do estado a que isto chegou.
A versão "aguenta, aguenta" do senhor Pedro... Este homem é um génio...
ResponderEliminarPois, não existiu.
ResponderEliminarMas, gastámos como se fossemos ricos e agora temos a ressaca da festa...
Outra vez essa a cassete Pedro? Não somos todos culpados nem gastámos todos desse modo.
ResponderEliminarDiscutir com este tipo tira uma pessoa do sério. Tens razão Paulo - cassete.
ResponderEliminarCada um tem a sua cassete. É sinal de que vivemos em democracia e com liberdade de opinião...
ResponderEliminarOs Pedros deste mundo jamais dirão uma frase a propósito da corrupção...
ResponderEliminarDisto não se fala "O secretário de Estado dos Transportes abandonou hoje a conferência "A região metropolitana, a mobilidade e a logística" que se ia iniciar em Lisboa, após ter sido impedido de falar por um grupo de manifestantes."
ResponderEliminarConcordo na questão da corrupção. Um problema que também contribuiu para a bancarrota de Portugal...
ResponderEliminarSegui a troca de argumentos e é no mínimo estranho que alguém um professor "esqueça" a acusação aos predadores financeiros. Noutros tempos os exploradores passeavam com os seus charutos e os revolucionários apontavam-nos e agora estão na nuvem sacando pela internet. Ninguém os vê nem sabe quem são. Esse é o problema e há professores que jogam o jogo dos fortes.
ResponderEliminarAlguns que andam sempre coma mesma cassete não suportam ouvir a cassete dos outros... E falam eles em liberdade!
ResponderEliminarNão sei nada desse caso. Vou ver se encontro. A atmosfera está muito agressiva. A qualquer momento isto pode descambar, lá isso.
ResponderEliminarExacto Pedro.
ResponderEliminarCá por mim podiam ter dado umas marretadas no Secretário de Estado que não se perdia nada. Fugiu dos manifestantes.
ResponderEliminar"...Os Conselhos Gerais deveriam ter sido consultados, os directores deveriam tomar uma posição sobre o assunto, para além do seu encerramento micro-corporativo, e deveria ser colocada em causa, nem tanto a realização de reuniões, mas a divulgação das avaliações de todos os anos de escolaridade."
ResponderEliminarCompreende-se mas tudo se precipitou. É difícil mobilizar as pessoas sem ser nos finais de ano.
ResponderEliminarSanta paciência a tua, Paulo Prudêncio :(
ResponderEliminarPaciência, apenas :)
ResponderEliminar