Repete-se a atmosfera do ano transacto. Como foi possível voltarmos ao mesmo inferno depois dos propalados sucessos das greves dos professores? Há uma história por contar.
O não concurso para docentes 2013
"(...)Este ano isso vai acontecer num calendário algo diferente, já em pleno período de férias, que permitirá apanhar a opinião pública mais distraída em relação aos efeitos das medidas legisladas em relação à organização do próximo ano lectivo, antes (despacho normativo 7/2013) e depois (despacho normativo 7-A/2013) da greve dos professores às avaliações. É minha convicção que o número de professores empurrados para a mobilidade interna, antecâmara da mobilidade especial, será de vários milhares, não porque se tenha dado um reajustamento dos quadros, mas sim porque se voltaram a alterar as regras de cálculo da componente lectiva dos professores. E isso será apresentado como um corajoso acto da tal “reforma do Estado”.(...)"
Sim por certo existe uma história por contar, mas desta vez é uma história negra. o FX já está à espera da mobilidade interna que no grupo dele quer dizer mobilidade especial.
ResponderEliminarTemos que esperar para ver como isto acaba PF.
ResponderEliminarEstou farta deste filme, não gosto de filmes de terror.
ResponderEliminarÉ PF. Concordo.
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