segunda-feira, 23 de setembro de 2013

e, assim de repente, pensei que era a imprensa falsa

 


 


 



 


 


 


Já se sabia que Crato andava aos papéis, mas tanto é que não. Foi pedir ajuda ao CNE para que o inglês seja curricular no primeiro ciclo. Enfim. Os países mais avançados proporcionam uma carga curricular completa no ensino regular. A distribuição curricular é equilibrada entre as ciências, as humanidades e as expressões (escrito assim para ser sucinto).


 


Mas Nuno Crato teve umas epifanias (diz-se que conversou com o deus da ideologia radical) e tratou de desequilibrar a coisa. O tempo, sempre o tempo, lá vai pondo o ministro aos papéis. O sistema escolar já desespera pela partida da tanta meta e achamento.


 


 

5 comentários:

  1. Este Crato é um experimentalista perigoso. Tem a mente carregada de malvadez.

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  2. «Nuno Crato explicou que o inglês ainda não é obrigatório para os alunos do 1º ciclo porque essa mudança no programa curricular terá "implicações no 2º e no 3º ciclo»

    Quem é que pode levar a sério um ministro que vem com esta argumentação, tendo sido ele próprio que introduziu alterações nos currículos, para além dos de Matemática, através da definição de metas curriculares que, em alguns casos, contrariam os programas curriculares muito recentes, obrigam a reformulações drásticas nos manuais escolares recém editados e adoptados e desgovernam todo o planeamento que havia sido feito pelos professores, pelas escolas e pelas famílias, com custos para os privados e para o erário público?!?

    Como dizia Camilo Castelo Branco, "onde morre a vergonha nascem os expedientes desonrosos"!

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  3. Pensei o mesmo, Paulo.

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