Não vi a declaração do irrevogável vice-primeiro-ministro, mas mais logo espero ler e comentar. Li as páginas relativas à Educação e percebi que a investida privada (é isso que os encostados ao Estado ambicionam) sobre o sistema escolar é um dos pontos deste documento inspirado numa ideologia radical de direita que é uma subversão do Estado de direito. Pode ler aqui o documento.
Pelo que me apercebi, através das notícias televisivas, Paulo Portas aconselha os professores das escolas públicas a transformarem-nas em associações, ou a criarem as ditas associações. Algo do género. Nem sei bem. Fiquei lívida!
ResponderEliminarO que me parece Isabel X, é que se pretende dar corpo a uma ideia que tem uns anos. Trata-se de entregar por concurso as escolas públicas a cooperativas (ou autarquias) que podem, como sempre puderam, ser constituídas por professores.
ResponderEliminarPensemos um bocado: as cooperativas já existentes terão facilidade em vencer esses "concursos", porque não se acredita que o legislador beneficie os professores dos quadros das escolas "vendáveis". Terão, nas condições actuais de financiamento, os professores condições para competirem com as cooperativas existentes?
Espero amanhã esmiuçar o assunto.