Quando acumulamos experiência com alguma atenção à mediatização das questões de uma determinada área, basta esperarmos que o tempo passe para encontrarmos contradições associadas a algumas asserções: nunca nos pomos completamente no lugar do outro e só quando sentimos na pele as injustiças é que percebemos o alcance do que nos queriam transmitir.
Vivemos um período, que já vai longo e que começou em 2007, que a história retratará, no mínimo, como sobreaquecido e de profundo acentuar das desigualdades. Veremos como e quando termina. O primeiro grupo profissional escolhido para as reformas a eito foram os professores do ensino não superior. Estavam isolados, eram acusados de excessivos na defesa da sua profissionalidade e de acomodados.
Alguns dos investigadores que agora se manifestam, também com cartas abertas, estavam do lado dos críticos dos professores do não superior e talvez imaginassem que jamais usariam as justas expressões que se podem ler a seguir. Espatifado, por exemplo, é elucidativo do que acabei de escrever.
O melhor é ler a carta toda, que se subscreve sem tibiezas, que o Público publicou.
É caso para dizer: quem os viu e quem os vê.
ResponderEliminarExacto.
ResponderEliminarCrato era conhecido por ser bom no copy/paste
ResponderEliminarO país já está hipotecado, agora hipoteca-se também o futuro.
ResponderEliminarCumprimentos
Aí sim?
ResponderEliminarExacto.
ResponderEliminarCumprimentos.