Em Portugal, são muito raros os casos do denominado "alto colarinho branco" que não prescrevem. Tenho ideia que a população já nem se surpreende.
O fenómeno é da mesma família de mais um corte nos do costume: os futuros pensionistas da função pública que fazem parte dos "escolhidos" pelo actual Governo. Também aí o país, mais o lumpen, fica indiferente. Um país assim "fecha" os olhos às referidas prescrições enquanto aponta o dedo aos que servem o Estado por concurso público e a todos os que não fogem aos impostos.
Aquando dos cortes salariais, o Banco de Portugal reinvidicou a sua independência face ao Estado português para não aplicar tais cortes, pois o seu estatuto estatuto de independência no âmbito dos bancos centrais não o vinculava às imposições de Portugal. Bem, onde pára essa independência?
ResponderEliminarEnquanto se corta aos que deram o melhor das suas vidas por este País, permite-se que estas coisas aconteçam aos que o roubam e prejudicam despoduradamente. Até quando? Não haverá já ninguém que ponha cobro a tanta injustiça??? Até quando este povo aguentará esta humilhação? Os pobres se roubarem um polvo de 25 euros, são julgados e por vezes condenados, os que roubam milhões, ficam-se a rir!!!
ResponderEliminarJardim Gonçalves è uma pessoa muito católica. Deus està là em cima, olhando pelo bem estar dele. A nossa senhora de Fátima também, entao nao se admirem se por ele nao ter sido condenado. È sempre bom estar de bem com Deus e com o Diabo.
ResponderEliminarOutra vez a manobra bem sucedida dos advogados e a vigarice segue impune em Portugal.
ResponderEliminarE dizem que vivemos num Estado de Direito democrático...
ResponderEliminarExacto.
ResponderEliminarExacto.
ResponderEliminarBoa escolha.
ResponderEliminarÉ MESMO UMA TROPA FANDANGA
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